{"id":4782,"date":"2019-03-20T14:17:39","date_gmt":"2019-03-20T14:17:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.revisamed.com.br\/blog\/?p=4782"},"modified":"2023-05-26T15:51:51","modified_gmt":"2023-05-26T18:51:51","slug":"bacterias-artigo-revisamed","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/","title":{"rendered":"Seu teclado pode estar cheios de bact\u00e9rias. Veja pesquisa"},"content":{"rendered":"\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-professora-do-revisamed-divulga-estudo-sobre-contaminacao-em-computadores\">Professora do Revisamed divulga estudo sobre contamina\u00e7\u00e3o em computadores<\/h5>\n\n\n\n<p>Artigo publicado na<strong> <a href=\"http:\/\/www.rmmg.org\/Home\">Revista M\u00e9dica de Minas Gerais<\/a><\/strong> pela doutora em Ci\u00eancias da Sa\u00fade, \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o Sa\u00fade Brasileira, <strong>Patr\u00edcia Guedes Garcia, professora da equipe do Curso Preparat\u00f3rio para Resid\u00eancia M\u00e9dica<\/strong>, <strong>Revisamed,<\/strong> destaca a contamina\u00e7\u00e3o microbiana em computadores utilizados em um hospital p\u00fablico da cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais.<\/p>\n\n\n\n<p>Teclados de computadores e mouses fabricados de materiais pl\u00e1stico <strong>favorecem a perman\u00eancia de bact\u00e9rias patog\u00eanicas<\/strong>. No estudo foi poss\u00edvel observar altas taxas de contamina\u00e7\u00e3o por bact\u00e9rias patog\u00eanicas nos teclados e mouses do hospital, apresentando grande relev\u00e2ncia o controle destes microrganismos nas IRAS e na dissemina\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias patog\u00eanicas, <strong>sendo um desafio e uma prioridade para as institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O artigo conclui que as <strong>infec\u00e7\u00f5es relacionados \u00e0 Assist\u00eancia \u00e0 Sa\u00fade representam um problema de sa\u00fade p\u00fablica<\/strong>, sendo causadas por diversos microorganismos. Representam um importante problema de sa\u00fade p\u00fablica, <strong>tanto nos pa\u00edses desenvolvidos como em pa\u00edses em desenvolvimento,<\/strong> pois aumentam as taxas de morbidade e de mortalidade, prolongam o per\u00edodo de interna\u00e7\u00e3o e elevam os custos hospitalares.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-leia-abaixo-artigo-na-integra\"><strong>Leia abaixo artigo na \u00edntegr<\/strong>a<\/h5>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-avaliacao-da-contaminacao-microbiana-em-computadores-utilizados-em-um-hospital-publico-da-cidade-de-juiz-de-fora\">Avalia\u00e7\u00e3o da contamina\u00e7\u00e3o microbiana em computadores utilizados em um hospital p\u00fablico da cidade de Juiz de Fora<\/h5>\n\n\n\n<p><em>Assessment of microbial contamination in computers used in a public hospital in the city of Juiz de Fora<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Patr\u00edcia Guedes Garcia1, Gabriela Souza Barbosa2, Leandro Oliveira de Morais3, Laura Alc\u00e2ntara Damianse4, Leonardo Romaniello Gama de-Oliveira5<\/em><\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-resumo\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-introducao\"><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Infec\u00e7\u00f5es Relacionadas \u00e0 Assist\u00eancia \u00e0 Sa\u00fade representam um problema de sa\u00fade p\u00fablica, sendo causadas por diversos microrganismos. Teclados de computadores s\u00e3o fabricados com materiais pl\u00e1sticos que favorecem a perman\u00eancia de bact\u00e9rias patog\u00eanicas.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-objetivos\">&nbsp;<strong>Objetivos<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Pesquisar e avaliar o perfil de resist\u00eancia de bact\u00e9rias patog\u00eanicas isoladas em teclados e mouses utilizados em um hospital de Juiz de Fora. M\u00e9todos: Foram coletadas 110 amostras (55 de teclados e 55 de mouses), com swab est\u00e9ril em meio Stuart. Estas foram inoculadas em caldo BHI, incubadas por 24 horas em estufa de aerobiose, \u00e0 35\u00baC. Foram repicadas em \u00c1gar Manitol Salgado, \u00c1gar MacConkey e \u00c1gar Sangue e incubadas por 24-48 horas, em aerobiose, a 35\u00ba \u00b1 2\u00baC. Col\u00f4nias presentes nos meios de cultura foram identificadas por provas bioqu\u00edmicas e fisiol\u00f3gicas e submetidas ao teste de sensibilidade aos antimicrobianos.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-resultados\"><strong>Resultados<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Foram analisados 55 teclados e 55 mouses utilizados nos setores do hospital. Das 110 amostras coletadas, 39 (35,45%) apresentaram crescimento bacteriano, sendo 21 (19,09%) em teclados e 18 (16,36%) em mouses. Com rela\u00e7\u00e3o aos microrganismos encontrados, houve preval\u00eancia de: Enterobacter cloaceae, S. aureus, Stenotrophomonas maltophilia, Acinetobacter sp, Enterococcus sp., Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, e Klebsiella oxytoca.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram analisados 55 teclados e 55 mouses utilizados nos setores do hospital. <strong>Das 110 amostras coletadas, 39 (35,45%) apresentaram crescimento bacteriano, sendo 21 (19,09%) em teclados e 18 (16,36%) em mouses<\/strong>. Com rela\u00e7\u00e3o aos microrganismos encontrados, houve preval\u00eancia de: Enterobacter cloaceae, S. aureus, Stenotrophomonas maltophilia, Acinetobacter sp, Enterococcus sp., Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, e Klebsiella oxytoca.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conclusoes\"><strong>Conclus\u00f5es<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Foi poss\u00edvel observar altas taxas de contamina\u00e7\u00e3o por bact\u00e9rias patog\u00eanicas nos teclados e mouses do hospital, apresentando grande relev\u00e2ncia o controle destes microrganismos nas IRAS e na dissemina\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias patog\u00eanicas, sendo um desafio e uma prioridade para as institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Palavras-chave: Computadores. Infec\u00e7\u00e3o Hospitalar. Resist\u00eancia Microbiana a Medicamentos.<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-introducao-1\"><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p><strong>Infec\u00e7\u00f5es Relacionadas \u00e0 Assist\u00eancia \u00e0 Sa\u00fade (IRAS) referem-se \u00e0quelas adquiridas durante a presta\u00e7\u00e3o dos cuidados de sa\u00fade, ap\u00f3s admiss\u00e3o do paciente, durante a interna\u00e7\u00e3o ou ap\u00f3s a alta.<\/strong><sup>1<\/sup> Representam um importante problema de sa\u00fade p\u00fablica, tanto nos pa\u00edses desenvolvidos como em pa\u00edses em desenvolvimento, pois aumentam as taxas de morbidade e de mortalidade, prolongam o per\u00edodo de interna\u00e7\u00e3o e elevam os custos hospitalares.<sup>1,2<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Apesar dos importantes avan\u00e7os alcan\u00e7ados no controle das infec\u00e7\u00f5es, estudos demonstram a emerg\u00eancia do problema globalmente, pelo aumento acentuado da frequ\u00eancia e da gravidade dos casos de IRAS, o que pode ter sido favorecido pela dissemina\u00e7\u00e3o de microrganismos resistentes, pelo fato da n\u00e3o ades\u00e3o dos profissionais \u00e0s medidas de biosseguran\u00e7a, a sobrecarga de trabalho e, por vezes, o n\u00famero reduzido de recursos humanos.<sup>3,4<\/sup><\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-que-sao-as-iras\">O que s\u00e3o as IRAS<\/h5>\n\n\n\n<p>As IRAS s\u00e3o causadas por diversos microrganismos, com predom\u00ednio de bact\u00e9rias Gram-negativas. Aquelas de maior relev\u00e2ncia cl\u00ednica e epidemiol\u00f3gica em ambientes hospitalares s\u00e3o as enterobact\u00e9rias como Escherichia coli, Proteus sp., Serratia marcescens, Enterobacter sp. e Klebsiella pneumoniae e os microrganismos n\u00e3o fermentadores de glicose como Pseudomonas sp., Stenotrophomonas sp., Burkholderia sp. e Acinetobacter sp.<sup>5<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A contamina\u00e7\u00e3o do ambiente hospitalar por bact\u00e9rias Gram-positivas como Staphylococcus aureus resistente a meticilina (MRSA) e Enterococcus resistente a vancomicina (VRE)<\/strong>, especialmente em situa\u00e7\u00e3o epid\u00eamica, tem sido frequentemente descrita.<\/p>\n\n\n\n<p>A propor\u00e7\u00e3o de superf\u00edcies hospitalares contaminadas com MRSA tem <strong>variado consideravelmente de 1% a 27% em quartos hospitalares a 64% de superf\u00edcies em Unidades de Queimados com pacientes portando MRSA. Por conseguinte, a contamina\u00e7\u00e3o ambiental pode contribuir na transmiss\u00e3o de microrganismos epidemiologicamente importantes na g\u00eanese de infec\u00e7\u00f5es hospitalares.<\/strong><sup><strong>6<\/strong><\/sup><\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-superficie-ambientais-contaminadas\">Superf\u00edcie ambientais contaminadas<\/h5>\n\n\n\n<p>H\u00e1 evid\u00eancias na literatura de que<strong> superf\u00edcies ambientais contaminadas com microrganismos podem contribuir para a transmiss\u00e3o desses pat\u00f3genos quando associados aos cuidados de sa\u00fade.<\/strong><sup><strong>6<\/strong><\/sup> Essas superf\u00edcies desempenham um papel significante na ocorr\u00eancia da transmiss\u00e3o cruzada, pois atuam como fontes constantes de contamina\u00e7\u00e3o, inclusive pelo contato das m\u00e3os dos profissionais com os pacientes e pelo contato direto do paciente com material ou ambiente contaminado.<sup>6,7<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>O avan\u00e7o t\u00e9cnico-cient\u00edfico permitiu um aumento dos sistemas de informatiza\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, tendo por objetivo a automa\u00e7\u00e3o de todas as rotinas administrativas do hospital.<sup>8,9<\/sup> <strong>Alguns estudos t\u00eam enfatizado a contamina\u00e7\u00e3o de objetos inanimados em uso nos ambientes hospitalares, assim como telefones, computadores, estetosc\u00f3pios e inclusive aqueles equipamentos presentes nos leitos dos pacientes.<\/strong><sup><strong>8<\/strong><\/sup><\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-metodos\"><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Avaliou-se a presen\u00e7a de microrganismos em teclados e mouses de computadores utilizados em um hospital p\u00fablico de Juiz de Fora, Minas Gerais.<\/p>\n\n\n\n<p>As amostras foram coletadas entre fevereiro e mar\u00e7o de 2015, com swab est\u00e9ril com meio Stuart (Labor\u00ae Swab). Este foi friccionado contra a superf\u00edcie dos teclados. Ap\u00f3s a coleta, as amostras foram encaminhadas ao laborat\u00f3rio de microbiologia da Faculdade de Ci\u00eancias M\u00e9dicas e da Sa\u00fade de Juiz de Fora.<\/p>\n\n\n\n<p>As amostras foram inoculadas em caldo BHI (Mbiolog diagn\u00f3sticos Ltda. \u00ae), incubadas por 24 horas em estufa de aerobiose, (Fanem\u00ae 502 S\u00e3o Paulo &#8211; Brasil), a 35\u00baC \u00b1 1. Ap\u00f3s este per\u00edodo, foram repicadas em \u00c1gar Manitol Salgado (RenyLab\u00ae, Qu\u00edmica e Farmac\u00eautica), \u00c1gar Sangue 5% (RenyLab\u00ae, Qu\u00edmica e Farmac\u00eautica) e \u00c1gar MacConkey (RenyLab\u00ae, Qu\u00edmica e Farmac\u00eautica), incubadas por 24-48 horas, em aerobiose, a 35\u00ba \u00b1 1\u00baC e realizadas as provas bioqu\u00edmicas para a identifica\u00e7\u00e3o de cada esp\u00e9cie.<sup>10,11<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Para identifica\u00e7\u00e3o de Staphylococcus aureus foi utilizada a fermenta\u00e7\u00e3o do manitol, catalase e coagulase. J\u00e1 para Enterococcus sp, utilizaram-se as provas da catalase, NaCl &nbsp;6,5% e bile esculina.<sup>10,11<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Para identificar os bastonetes Gram-negativos foram utilizados prova do OF, IAL, citrato, arginina, ornitina, lisina, motilidade, oxidase e polimixina B.<sup>10,11<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>A<strong>s bact\u00e9rias identificadas foram submetidas ao teste de sensibilidade aos antimicrobianos (TSA) pelo m\u00e9todo de \u00c1gar Difus\u00e3o em Disco, de acordo com a padroniza\u00e7\u00e3o do CLSI 2014 &#8211; Clinical Laboratory Standards Institute.<\/strong><sup><strong>12<\/strong><\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados apresentados consideraram somente o isolamento de S. aureus, bastonetes Gram-negativos fermentadores e n\u00e3o fermentadores e Enterococcus sp.<\/p>\n\n\n\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o aos microrganismos bacterianos encontrados, dentre as 39 amostras positivas de teclados e mouses, 47 cepas foram identificadas, com preval\u00eancia de 10 cepas (21,3%) de Enterobacter cloacea, 9 (19,1%) de S. aureus, 7 (14,9%) de Stenotrophomonas maltophilia, 7 (14,9%) de Acinetobacter sp., 7 (14,9%) de Enterococcus sp., 3 (6,4%) de Escherichia coli, 3 (6,4%) de Klebsiella pneumoniae, e 1 (2,1%) de Klebsiella oxytoca como demonstrado na Figura 2.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram encontrados na SCIH 33,33% de Acinetobacter sp., 33,3% de K. pneumoniae e 33,3% de S. aureus. Na UTICM a preval\u00eancia foi de 40,0% de S. aureus, 33,3% de Enterococcus sp., 13,3% S. maltophilia, 6,7% de K.oxytoca e 6,7% de Acinetobacter sp.. Na INT1 o crescimento foi de 100,0% de S. maltophilia, e na biblioteca foi de 90,0% de E. cloacea e 10,0% de Acinetobacter sp.. Na INT2 foi de 50% de Acinetobacter sp., 25% de Enterococcus sp.e 25% de E. Coli, e na INT4 de 33,3% S. aureus, 33,3% Acinetobacter sp. e 33,3% E. Coli. Na UTIT 75,0% foi S. maltophilia e 25,0% de K. pneumoniae. Na interna\u00e7\u00e3o 3, 50,0% de E. coli e 50,0% de Enterococcus sp., e na SPM 100,0% de E. cloacea, conforme Tabela 1.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi realizado o Teste de Sensibilidade aos Antimicrobianos (TSA), para avaliar o perfil de resist\u00eancia das bact\u00e9rias encontradas. Os antimicrobianos testados foram de acordo com a padroniza\u00e7\u00e3o do CLSI 2014, conforme Tabela 2.<\/p>\n\n\n\n<p>Para fam\u00edlia Enterobacteriaceae, testaram-se os antimicrobianos: piperacilina + tazobactam, ceftazidma, ceftriaxona, cefepime, aztreonam, ertapenem, meropenem, imipenem, gentamicina, amicacina, sulfametoxazol + trimetoprin e levofloxacin. As cepas de K. pneumoniae foram, uma&nbsp; betalactamase de espectro estendido (ESBL) e duas Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC), e apresentaram 33,40% de resist\u00eancia para piperacilina+tazobactam e gentamicina, 66,60% de resist\u00eancia para meropenem, imipenem, ertapenem e sulfametoxazol + trimetoprim e 100% de resist\u00eancia para ceftazidima, ceftrixona, cefepime e aztreonam. A cepa<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.revisamed.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/image.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4783\"\/><figcaption>Figura 1. Porcentagem de crescimento microbiano nos teclados e mouses distribu\u00eddos por setores do hospital. Os autores.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.revisamed.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/image-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4784\"\/><figcaption>Figura 2. N\u00famero de esp\u00e9cies bacterianas encontradas nos teclados e mouses dos computadores de um hospital p\u00fablico da cidade de Juiz de Fora\/MG. Os autores.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.revisamed.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/image-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4785\"\/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.revisamed.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/image-3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4786\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>de K. oxytoca foi ESBL, apresentando 100% de resist\u00eancia para ceftazidima, ceftrixona, cefepime e aztreonam. As cepas de E. cloacae e E. coli, n\u00e3o apresentaram resist\u00eancia a nenhum antimicrobiano testado.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Acinetobacter sp foram testados: piperacilina + tazobactam, ceftazidma, ceftriaxona, cefepime, aztreonam, meropenem, imipenem, gentamicina, amicacina, sulfametoxazol + trimetoprin, levofloxacin, ampicilina + sulbactam, ticarcilina + clavulanato, tetraciclina. O resultado para as cepas isoladas foi de 28,57% de resist\u00eancia a ampicilina + sulbactam, 42,85% para amicacina, gentamicina e tetraciclina e 57,14% para ceftazidima, ceftriaxona, cefepime, piperacilina + tazobactam, ticarcilina + clavulanato, meropenem, imipenem, sulfametoxazol + trimetoprim e levofloxacin.<\/p>\n\n\n\n<p>Todas cepas de S. maltophilia foram sens\u00edveis a levofloxacin e sulfametoxazol + trimetoprin.<\/p>\n\n\n\n<p>Para S. aureus, foram testadas penicilina, oxacilina, ceftriaxona, cefepime, cloranfenicol, levofloxacin, amicacina, clindamicina, eritromicina, sulfametoxazol + trimetoprin, teicoplamina e linezolida, e para Enterococcus sp., tetraciclina, cloranfenicol, ampicilina, penicilina, levofloxacin, linezolida, teicoplamina e vancomicina. O perfil de resist\u00eancia foi 11,11% para amicacina, 22,22% para cloranfenicol, 33,33% para levofloxacin, 77,77% para penicilina, oxacilina, cefepime, ceftriaxona e sulfametoxazol + trimetoprim, e 100% para clindamicina e eritromicina. Dentre as nove cepas de S. aureus, 77,77% (7) apresentaram resist\u00eancia a cefoxitina, MRSA.<\/p>\n\n\n\n<p>Para as cepas de Enterococcus sp. foram testadas ampicilina, penicilina, linezolida, teicoplamina, vancomicina, tetraciclina, levofloxacin e cloranfenicol. O perfil de resist\u00eancia foi de 14,28% para tetraciclina e 71,42% para levofloxacin e cloranfenicol.<\/p>\n\n\n\n<p>Para as duas cepas de K. pneumoniae resistentes aos carbapen\u00eamicos, foram feitos testes fenot\u00edpicos de Hodge e \u00e1cido fenilbor\u00f4nico (AFB), para detec\u00e7\u00e3o da enzima Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC), segundo o CLSI 2014 e a nota t\u00e9cnica da ANVISA 001\/2013.13,14 Tanto o teste de Hodge, quanto a pesquisa de carbapenemases pelo m\u00e9todo do \u00e1cido fenilbor\u00f4nico foram positivos para presen\u00e7a de KPC (Figura 3).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.revisamed.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/image-4.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4787\"\/><figcaption>Figura 3. Teste de Hodge modificado e pesquisa da enzima carbapenemase pelo m\u00e9todo de AFB usado como teste confirmat\u00f3rio para pesquisa de KPC. Os autores.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-discussao\"><strong>DISCUSS\u00c3O<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>A contamina\u00e7\u00e3o por microrganismos pode ocorrer na maior parte dos ambientes, sendo esta intimamente ligada \u00e0 higiene local. Sabe-se que a sobreviv\u00eancia de tais pat\u00f3genos no ambiente pode variar de minutos a meses, sendo que objetos de uso rotineiro, tais como os teclados, podem se tornar focos de transmiss\u00e3o a hospedeiros.<sup>14<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Em todas as amostras foram observados crescimentos de Staphylococcus sp coagulase negativa (SCN). Os SCN s\u00e3o facilmente encontrados, visto que faz parte da microbiota da pele e n\u00e3o representa, necessariamente, risco \u00e0 sa\u00fade dos usu\u00e1rios h\u00edgidos.<sup>15,16,17<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Detectou-se, atrav\u00e9s do TSA, a presen\u00e7a de MRSA em 7 (77,77%) cepas de S. aureus isoladas. Um estudo microbiol\u00f3gico de 2011 realizado em superf\u00edcies de leitos da UTI de um hospital escola em Tr\u00eas Coroas \u2013 MG, totalizou 63 amostras e das 48 amostras positivas para S. aureus, 29 (60,4%) foram resistentes \u00e0 meticilina.<\/p>\n\n\n\n<p>A resist\u00eancia do S. aureus aos antimicrobianos tem sido desenvolvida por muta\u00e7\u00f5es em seus genes ou pela aquisi\u00e7\u00e3o de genes de resist\u00eancia de outras bact\u00e9rias da mesma esp\u00e9cie (ou ate de outras). A literatura descreve que a resist\u00eancia a meticilina \u00e9 determinada por um gene cromoss\u00f4mico (mecA) bacteriano, o qual codifica modifica\u00e7\u00f5es no receptor do betalact\u00e2mico, estimulando a produ\u00e7\u00e3o de uma prote\u00edna ligadora de penicilina (PPB2a) com baixa afinidade pelo antimicrobiano, resultando na resist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Geralmente, a resist\u00eancia que ocorre por muta\u00e7\u00e3o gera uma altera\u00e7\u00e3o no sitio de a\u00e7\u00e3o do antimicrobiano, enquanto a resist\u00eancia por aquisi\u00e7\u00e3o de genes de resist\u00eancia frequentemente envolve a inativa\u00e7\u00e3o ou a destrui\u00e7\u00e3o da droga, sendo transmitida por plasm\u00eddeos e transposons.<sup>18<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Das sete cepas de Enterococcus sp. encontradas, todas apresentaram sensibilidade \u00e0 vancomicina. Um estudo de 2006 analisou 50 amostras de teclados em um hospital e isolou 12 cepas de Enterococcus sp., nenhuma apresentou resist\u00eancia \u00e0 vancomicina.9 Outro estudo, de 2013, concebido em um leito de uma UTI adulta em um hospital do Vale do Rio Pardo \u2013 RS, encontrou-se apenas uma cepa de Enterococcus sp., sendo esta sens\u00edvel \u00e0 vancomicina, o que corrobora com os resultados evidenciados.<sup>19<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Enterococcus sp. pode sobreviver por longos per\u00edodos em diversas superf\u00edcies e solos, dentro de esgotos e hospitais, crescendo a temperaturas entre 10 e 45\u00b0C de ambientes b\u00e1sicos ou \u00e1cidos, isot\u00f4nicos ou hipert\u00f4nicos, manifestando alta resist\u00eancia \u00e0s drogas (vancomicina, penicilina, gentamicina, tetraciclina, eritromicina e teicoplanina), devido n\u00e3o s\u00f3 a genes cromoss\u00f4micos que codificam resist\u00eancia, mas tamb\u00e9m a plasm\u00eddeos e transposons conjugativos<sup>.8<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>A coloniza\u00e7\u00e3o ou infec\u00e7\u00e3o por VRE tem sido associada a uma variedade de fatores, incluindo tempo de interna\u00e7\u00e3o hospitalar, doen\u00e7a de base e transplante hep\u00e1tico. Pacientes colonizados por VRE carregam o microrganismo em sua microbiota intestinal e podem permanecer colonizados por at\u00e9 dois anos. Ap\u00f3s sua introdu\u00e7\u00e3o em determinado hospital, o Enterococcus sp. apresenta grande capacidade de dissemina\u00e7\u00e3o, criando um perfil de endemicidade que dificulta tentativas de erradica\u00e7\u00e3o posterior.<sup>19<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Observou-se o crescimento de cepas da fam\u00edlia Enterobacteriaceae, sendo E. cloacae o mais isolado, com preval\u00eancia de nove cepas (21,3%), que n\u00e3o apresentaram resist\u00eancia aos antimicrobianos testados. Infec\u00e7\u00f5es causadas pelos microrganismos do g\u00eanero Enterobacter s\u00e3o raras nos pacientes imunocompetentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse trabalho foram isoladas tr\u00eas cepas de E. coli, que n\u00e3o apresentaram resist\u00eancia em nenhum dos antimicrobianos testados. Das tr\u00eas amostras de K. pneumoniae isoladas, uma foi ESBL e duas foram KPC. A resist\u00eancia aos carbapen\u00eamicos tem sido codificada por diversos genes, principalmente blaKPC.<sup>14<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de ESBL \u00e9 um mecanismo de resist\u00eancia em enterobact\u00e9rias. O tratamento de infec\u00e7\u00f5es causadas por cepas produtoras de ESBL oferece um substancial desafio \u00e0 terapia antimicrobiana, pois as ESBLs hidrolisam penicilinas, cefalosporinas de todas as gera\u00e7\u00f5es e monobact\u00e2micos, minimizando op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas. Ademais, o uso cont\u00ednuo e inadequado de agentes antimicrobianos pode induzir \u00e0 sele\u00e7\u00e3o de cepas multirresistentes<sup>.20<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Detectou-se tamb\u00e9m uma cepa de K. oxytoca produtora de ESBL, que apresentou 100% de resist\u00eancia as cefalosporinas de 3\u00aa e 4\u00aa gera\u00e7\u00e3o e aztreonam. Um estudo realizado de 2012 pesquisou ESBL em E. coli e Klebsiella sp isoladas em superf\u00edcies inanimadas em um hospital do Peru. Das 125 amostras obtidas, isolou-se 20 cepas de E.coli, 19 cepas de K. pneumoniae e 4 cepas de K. oxytoca. Cinco cepas de E. coli e 11 cepas de Klebsiella sp foram&nbsp; produtores de ESBL, com exce\u00e7\u00e3o de&nbsp; uma cepa de E. coli e uma K. oxytoca, todas as outras cepas foram resistentes \u00e0s cefalosporinas de 3\u00aa gera\u00e7\u00e3o, aztreonam e cefepime<sup>.21<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>As duas cepas K. pneumoniae isoladas resistentes aos carbapen\u00eamicos foram submetidas a pesquisa fenot\u00edpica de KPC atrav\u00e9s dos testes de Hodge modificado e AFB, sendo que os dois testes foram positivos para a presen\u00e7a de KPC.<\/p>\n\n\n\n<p>A enzima KPC \u00e9 produzida por bact\u00e9rias Gram-negativas (Enterobact\u00e9rias), e sua detec\u00e7\u00e3o em isolado bacteriano confere resist\u00eancia aos antimicrobianos carbapen\u00eamicos, al\u00e9m de inativar penicilinas, cefalosporinas e monobact\u00e2micos. \u00c9 importante salientar que os carbapen\u00eamicos compreendem uma classe amplamente utilizada no tratamento de infec\u00e7\u00f5es envolvendo Enterobacteriaceae multirresistente. V\u00e1rios s\u00e3o os mecanismos de resist\u00eancia que podem impedir a a\u00e7\u00e3o dos carbapen\u00eamicos, e a resist\u00eancia surge, ocasionalmente, da combina\u00e7\u00e3o de impermeabilidade da membrana com betalactamases cromoss\u00f4micas (AmpC) ou de amplo espectro (ESBL), gerando pequena hidrolise de carbapen\u00eamicos e, ainda, altera\u00e7\u00e3o nos canais de porina, que modificam a a\u00e7\u00e3o e a penetra\u00e7\u00e3o dos f\u00e1rmacos.<sup>22,23,24<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Estudos t\u00eam comprovado a emerg\u00eancia dos bastonetes gram-negativos n\u00e3o fermentadores como causadores de IRAS mundialmente, sendo Pseudomonas sp. e Acinetobacter sp. os mais frequentes. O crescimento microbiano predominante de Acinetobacter sp. multirresistente nas superf\u00edcies de materiais e equipamentos mostra a relev\u00e2ncia deste pat\u00f3geno no contexto hospitalar, uma vez que as estas cepas tem capacidade de sobreviver em superf\u00edcies secas por per\u00edodos longos de tempo, mantendo sua capacidade de multiplica\u00e7\u00e3o e infectividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste estudo foram encontradas sete cepas (14,9%) de Acinetobacter sp., que apresentaram elevado perfil de resist\u00eancia para todas as cefalosporinas testadas e aos carbapen\u00eamicos. Um estudo realizado no hospital de emerg\u00eancia no Sul do Brasil, em 2010 pesquisou a presen\u00e7a dos genes respons\u00e1veis pelo mecanismo de resist\u00eancia e verificou-se que as cepas de Acinetobacter sp. encontradas apresentavam sensibilidade reduzida as cefalosporinas de terceira gera\u00e7\u00e3o (ceftazidima e ceftriaxona), al\u00e9m de apresentarem resist\u00eancia ao imipenem.<sup>25<\/sup><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-revisamed wp-block-embed-revisamed\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"3ODisqiCgH\"><a href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/tudo-sobre-residencia-medica\/\">Resid\u00eancia M\u00e9dica: provas, especialidades, bolsas e dura\u00e7\u00e3o<\/a><\/blockquote><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;Resid\u00eancia M\u00e9dica: provas, especialidades, bolsas e dura\u00e7\u00e3o&#8221; &#8212; Revisamed\" src=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/tudo-sobre-residencia-medica\/embed\/#?secret=iKFUc3fyuF#?secret=3ODisqiCgH\" data-secret=\"3ODisqiCgH\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Foram encontradas sete cepas (14,9%) de S. maltophilia, sendo que todas apresentaram sensibilidade a levofloxacin e a sulfametoxazol + trimetoprim.&nbsp; Em 2011, um estudo avaliou o perfil de sensibilidade das cepas de S. maltophilia isoladas no Hospital das Cl\u00ednicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo, e, o perfil de sensibilidade apresentado pelos isolados de S. maltophilia neste estudo foi compat\u00edvel com o caracter\u00edstico desse agente, apresentando baixos n\u00edveis de sensibilidade aos antimicrobianos betalact\u00e2micos e betalact\u00e2micos associados a inibidores de betalactamase e melhor sensibilidade a sulfametoxazol + trimetoprim e fluoroquinolonas.<sup>26<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados encontrados no presente estudo s\u00e3o semelhantes \u00e0queles encontrados pela maioria dos autores que estudaram e isolaram bact\u00e9rias patog\u00eanicas das superf\u00edcies inanimadas dos mais variados ambientes, e se tratando de superf\u00edcies secas, revela uma maior persist\u00eancia no pl\u00e1stico, material usado na fabrica\u00e7\u00e3o de teclados e mouses. Amostras microbiol\u00f3gicas de superf\u00edcies podem ser \u00fateis nas investiga\u00e7\u00f5es epidemiol\u00f3gicas que sugerem o ambiente ou superf\u00edcies como sendo poss\u00edveis reservat\u00f3rios ou fontes de transmiss\u00e3o de doen\u00e7as nosocomiais.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-conclusao\"><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Foi poss\u00edvel observar contamina\u00e7\u00e3o por bact\u00e9rias patog\u00eanicas nos teclados e mouses nos diversos setores do hospital. A contamina\u00e7\u00e3o de computadores corrobora a hip\u00f3tese de que superf\u00edcies muito tocadas se tornam mais contaminadas. Tal premissa refor\u00e7a a ideia de que muitas vezes os profissionais, ap\u00f3s tocar um paciente, n\u00e3o se at\u00eam \u00e0 import\u00e2ncia da higieniza\u00e7\u00e3o das m\u00e3os e retomam as atividades sem se dar conta da possibilidade de disseminar microrganismos.<\/p>\n\n\n\n<p>As cepas bacterianas isoladas apresentaram alta taxa de resist\u00eancia bacteriana, sendo poss\u00edvel observar mecanismos de resist\u00eancia como ESBL, KPC e MRSA.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, considerando todas as possibilidades dos microrganismos isolados neste trabalho de manifestarem resist\u00eancia aos antimicrobianos, favorecendo a infec\u00e7\u00e3o em pacientes imunocomprometidos, \u00e9 de suma import\u00e2ncia que os componentes da comiss\u00e3o de infec\u00e7\u00e3o hospitalar incluam entre os materiais vistoriados em suas inspe\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m os teclados e mouses. Isso deve ser associado \u00e0 orienta\u00e7\u00e3o dos trabalhadores das unidades de sa\u00fade sobre quais protocolos seguir para evitar futuros casos de infec\u00e7\u00f5es nosocomiais.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-referencias\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Oliveira AC, Silva MDM, Garbaccio JL. Vestu\u00e1rio de profissionais de sa\u00fade como potenciais reservat\u00f3rios de microrganismos: Uma revis\u00e3o integrativa. Texto Contexto Enferm. 2012; 21 (3): 684-91.<\/p>\n\n\n\n<p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Albuquerquer AM, Souza APM, Torquato IMB, Trigueiro JVS, Ferreira JA, Ramalho MAN. Infec\u00e7\u00e3o Cruzada no Centro de Terapia Intensiva \u00e1 Luz da Literatura. Rev Ci\u00eanc Sa\u00fade Nova Esperan\u00e7a. 2013; 11 (1):78-87.<\/p>\n\n\n\n<p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Oliveira AC, Damasceno QS. O papel do ambiente hospitalar na dissemina\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias resistentes. Rev Epidemiol Control Infect. 2012; 2 (1):28-31.<\/p>\n\n\n\n<p>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Correal JCD, Marques EA, Guilherme WL, Le\u00e3o RS, Damas-co PV. Infec\u00e7\u00f5es por Staphylococcus aureus: mudan\u00e7a do perfil epidemi\u00f3logico no Hospital Universit\u00e1rio Pedro Ernesto. Rev HUPE. 2013; 12 (3):31-46.<\/p>\n\n\n\n<p>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Coelho Neto GT, Moraes FC, Monteiro Neto V, Figuereir\u00eado PMS. Detec\u00e7\u00e3o de enterobact\u00e9rias em superf\u00edcies de uma unidade mista de sa\u00fade no munic\u00edpio de S\u00e3o Lu\u00eds, Maranh\u00e3o, Brasil. Rev Invest Biomed Uniceuma. 2010; (2): 77-84.<\/p>\n\n\n\n<p>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ferreira AM, Andrade D, Almeida MTG, Cunha KC, Rigotti MA.Colch\u00f5es do tipo caixa de ovo: um reservat\u00f3rio de Staphylococcusaureus resistente \u00e0 meticilina?. Rev Esc Enferm USP. 2011; 45(1):161-6.<\/p>\n\n\n\n<p>7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fernando FSL, Ferreira AM, Colombo TE, Rubio FG, Almei-da MTG. Contamina\u00e7\u00e3o por fungos antes e ap\u00f3s limpeza e desinfec\u00e7\u00e3o do colch\u00f5es hospitalares. Acta Paul Enferm. 2013; 26(5):485-91.<\/p>\n\n\n\n<p>8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Rodrigues AG, Viveiros MAWB, Barroso IMO, Cavalcante AP, L\u00f3pez AMQ. Contamina\u00e7\u00e3o bacteriana em teclados de computadores utilizados em hospital universit\u00e1rio do nordeste do Brasil. Medicina (Ribeir\u00e3o Preto). 2012; 45 (1): 39-48.<\/p>\n\n\n\n<p>9.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Binatti VB, Costa CRM, T\u00f3rtora JCO. Pat\u00f3genos hospitalares resistentes em teclados de computadores. J Bras Med. 2006; 90: 28-37.<\/p>\n\n\n\n<p>10.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Koneman EW. Diagn\u00f3stico Microbiol\u00f3gico: texto e atlas. 6th ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2008.<\/p>\n\n\n\n<p>11.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Oplustil CP, Zoccoli CM, Tobouti NR.&nbsp; Procedimentos B\u00e1sicos em Microbiologia Cl\u00ednica. 3 rd ed. Rio de Janeiro: Sarvier; 2010.<\/p>\n\n\n\n<p>12.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Clinical Laboratory Standards Institute. Methods for dilution antimicrobial susceptibility test for bacteria that grow aerobically 2014.<\/p>\n\n\n\n<p>13.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (ANVISA). Nota T\u00e9cnica n\u00b0 1\/2013 \u2013 Medidas de preven\u00e7\u00e3o e controle de infec\u00e7\u00f5es por enterobact\u00e9rias multiresistentes. Bras\u00edlia (DF): ANVISA; 2013.<\/p>\n\n\n\n<p>14.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Alves JLB, Costa RM, Braoios A. Teclados de computadores como reservat\u00f3rios de microrganismos patog\u00eanicos. J Health Sci Inst. 2014;32(1):7-11.<\/p>\n\n\n\n<p>15.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Moraes CL, Ribeiro NFG, Costa DM, Furlan VG, Palos MAP, Vasconcelos LSNOL. Contamina\u00e7\u00e3o de equipamentos e superf\u00edcies de unidades de terapia intensiva de uma maternidade p\u00fablica por Staphylococcus Coagulase Negativa. Rev Patol Trop.<\/p>\n\n\n\n<p>2013; 42 (4): 387-94.<\/p>\n\n\n\n<p>16.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sousa Junior FC, Nunes EWF, Nascimento ED, Oliveira SM, Melo MCN, Fernandes MJBC. Preval\u00eancia de Staphylococcus spp resistentes \u00e0 meticilina isolados em uma maternidade escola da cidade de Natal, Estado do Rio Grande do Norte. Rev Soc Bras&nbsp; Medicina Tropical 2009;&nbsp; 42 (2):179-82.<\/p>\n\n\n\n<p>17.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pereira PMA, Castro EAR, Pereira JAA, T\u00f3rtora JCO. Resist\u00eancia aos antimicrobianos em estafilococos coagulase-negativa isolados em hemocultura. Jornal Brasileiro de Medicina. 2007; 93 (5\/6): 13-6.<\/p>\n\n\n\n<p>18.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Santos AL, Santos DO, Freitas CC, Ferreira BLA, Afonso IF, Rodrigues CR et al. Staphylococcus aureus: visitando uma cepa de import\u00e2ncia hospitalar. J Bras Patol Med Lab. 2007; 43 (6): 413-23.<\/p>\n\n\n\n<p>19.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Renner JDP, Carvalho ED. Microrganismos isolados de superf\u00edcies da UTI adulta em um hospital do Vale do Rio Pardo \u2013 RS. Rev Epidemiol Control Infect. 2013; 3(2):40-4.<\/p>\n\n\n\n<p>20.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Lago A, Fuentefria SR, Fuentefria DB. Enterobact\u00e9rias produtoras de ESBL em Passo Fundo, Estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Rev Soc Bras Med Trop. 2010; 43 (4): 430-4.<\/p>\n\n\n\n<p>Rivera-Jacinto MA. Betalactamasas de espectro extendido emcepas de Escherichia coli y Klebsiella sp.aisladas de reservorios<\/p>\n\n\n\n<p>21.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; inanimados en umhospital del norte del Per\u00fa. Rev Esp Quimioter. 2012; 25(2):161-3.<\/p>\n\n\n\n<p>22.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Seibert G, H\u00f6rner R, Meneghetti BH, Righi RA, Dal Forno NL, Salla A. Infec\u00e7\u00f5es hospitalares por enterobact\u00e9rias produtoras de Klebsiella pneumoniae carbapenemase em um hospital escola. Einstein. 2014; 12(3):282-6.<\/p>\n\n\n\n<p>23.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Soares VM. Emerg\u00eancia de Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase (KPC) em um hospital terci\u00e1rio. J Bras Patol Med Lab. 2012; 48(4): 251-3.<\/p>\n\n\n\n<p>24.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Dienstmann R, Picoli SU, Meyer G, Schenkel T, Steyer J. Avalia\u00e7\u00e3o fenot\u00edpica da enzima Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC) em Enterobacteriaceae de ambiente hospitalar. J Bras Patol Med Lab. 2010; 46 (1): 23-7.<\/p>\n\n\n\n<p>25.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Laranjeira VDS, Marchetti DP, Steyer JR, Cor\u00e7\u00e3o G, Picoli SU. Pesquisa de Acinetobacter ap. e Pseudomonas aeroginosa produtores de metalo-\u03b2-lactamase em hospital de emerg\u00eancia de Porto Alegre, estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Rev Soc Bras Med Trop. 2010: 43(4); 462-4.<\/p>\n\n\n\n<p>26.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Rodrigues LS, Di Gioia TSR, Rossi F. Stenotrophomonas maltophilia: resist\u00eancia emergente ao SMX-TMP em isolados brasileiros. Uma realidade?. J Bras Patol Med Lab. 2011; 47(5):<\/p>\n\n\n\n<p>511-7.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigo publicado pela doutora em Ci\u00eancias da Sa\u00fade, \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o Sa\u00fade Brasileira, Patr\u00edcia Guedes Garcia, professora da equipe do, Revisamed, destaca a contamina\u00e7\u00e3o microbiana em computadores.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":4793,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[7,12],"tags":[81,95],"class_list":["post-4782","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","category-temas-medicos","tag-especialidades-medicas","tag-infectologia"],"acf":[],"gutentor_comment":0,"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v25.5 (Yoast SEO v25.5) - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Seu teclado e mouse podem estar cheios de bact\u00e9rias<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Seu teclado e mouse podem estar cheios de bact\u00e9rias. Leia artigo cient\u00edfico sobre a contamina\u00e7\u00e3o microbiana em computadores de um hospital p\u00fablico\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Seu teclado pode estar cheios de bact\u00e9rias. Veja pesquisa\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Seu teclado e mouse podem estar cheios de bact\u00e9rias. Leia artigo cient\u00edfico sobre a contamina\u00e7\u00e3o microbiana em computadores de um hospital p\u00fablico\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"MedProvas\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/revisamedRM\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2019-03-20T14:17:39+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2023-05-26T18:51:51+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/pc-1.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"652\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"408\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Revisamed\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@RevisamedRM\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@RevisamedRM\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Revisamed\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"23 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/\"},\"author\":{\"name\":\"Revisamed\",\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/79121322845f0fd65eae5c73613d9cbe\"},\"headline\":\"Seu teclado pode estar cheios de bact\u00e9rias. Veja pesquisa\",\"datePublished\":\"2019-03-20T14:17:39+00:00\",\"dateModified\":\"2023-05-26T18:51:51+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/\"},\"wordCount\":4363,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/pc-1.jpg\",\"keywords\":[\"especialidades m\u00e9dicas\",\"infectologia\"],\"articleSection\":[\"Not\u00edcias\",\"Temas M\u00e9dicos\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/\",\"url\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/\",\"name\":\"Seu teclado e mouse podem estar cheios de bact\u00e9rias\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/pc-1.jpg\",\"datePublished\":\"2019-03-20T14:17:39+00:00\",\"dateModified\":\"2023-05-26T18:51:51+00:00\",\"description\":\"Seu teclado e mouse podem estar cheios de bact\u00e9rias. Leia artigo cient\u00edfico sobre a contamina\u00e7\u00e3o microbiana em computadores de um hospital p\u00fablico\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/pc-1.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/pc-1.jpg\",\"width\":652,\"height\":408,\"caption\":\"Estudo mostra a contamina\u00e7\u00e3o em computadores de hospitais p\u00fabicos\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Seu teclado pode estar cheios de bact\u00e9rias. Veja pesquisa\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#website\",\"url\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/\",\"name\":\"MedProvas\",\"description\":\"O caminho mais f\u00e1cil para a sua Resid\u00eancia M\u00e9dica\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#organization\",\"name\":\"MedProvas\",\"url\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/WhatsApp-Image-2024-12-09-at-16.01.57-1.jpeg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/WhatsApp-Image-2024-12-09-at-16.01.57-1.jpeg\",\"width\":1600,\"height\":348,\"caption\":\"MedProvas\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/\"},\"sameAs\":[\"https:\/\/www.facebook.com\/revisamedRM\",\"https:\/\/x.com\/RevisamedRM\",\"https:\/\/www.instagram.com\/medprovas_revisamed?igsh=dnk0M2N4YnB5Z2Jo\",\"https:\/\/www.linkedin.com\/company\/revisamedrm\/mycompany\/\",\"https:\/\/m.youtube.com\/@medprovas\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/79121322845f0fd65eae5c73613d9cbe\",\"name\":\"Revisamed\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fd011dda0cae554d6925a1acdeceacbe?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fd011dda0cae554d6925a1acdeceacbe?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Revisamed\"},\"url\":\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/author\/claudia\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO Premium plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Seu teclado e mouse podem estar cheios de bact\u00e9rias","description":"Seu teclado e mouse podem estar cheios de bact\u00e9rias. Leia artigo cient\u00edfico sobre a contamina\u00e7\u00e3o microbiana em computadores de um hospital p\u00fablico","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Seu teclado pode estar cheios de bact\u00e9rias. Veja pesquisa","og_description":"Seu teclado e mouse podem estar cheios de bact\u00e9rias. Leia artigo cient\u00edfico sobre a contamina\u00e7\u00e3o microbiana em computadores de um hospital p\u00fablico","og_url":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/","og_site_name":"MedProvas","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/revisamedRM","article_published_time":"2019-03-20T14:17:39+00:00","article_modified_time":"2023-05-26T18:51:51+00:00","og_image":[{"width":652,"height":408,"url":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/pc-1.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Revisamed","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@RevisamedRM","twitter_site":"@RevisamedRM","twitter_misc":{"Escrito por":"Revisamed","Est. tempo de leitura":"23 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/"},"author":{"name":"Revisamed","@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/79121322845f0fd65eae5c73613d9cbe"},"headline":"Seu teclado pode estar cheios de bact\u00e9rias. Veja pesquisa","datePublished":"2019-03-20T14:17:39+00:00","dateModified":"2023-05-26T18:51:51+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/"},"wordCount":4363,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/pc-1.jpg","keywords":["especialidades m\u00e9dicas","infectologia"],"articleSection":["Not\u00edcias","Temas M\u00e9dicos"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/","url":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/","name":"Seu teclado e mouse podem estar cheios de bact\u00e9rias","isPartOf":{"@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/pc-1.jpg","datePublished":"2019-03-20T14:17:39+00:00","dateModified":"2023-05-26T18:51:51+00:00","description":"Seu teclado e mouse podem estar cheios de bact\u00e9rias. Leia artigo cient\u00edfico sobre a contamina\u00e7\u00e3o microbiana em computadores de um hospital p\u00fablico","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#primaryimage","url":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/pc-1.jpg","contentUrl":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/pc-1.jpg","width":652,"height":408,"caption":"Estudo mostra a contamina\u00e7\u00e3o em computadores de hospitais p\u00fabicos"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/bacterias-artigo-revisamed\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Seu teclado pode estar cheios de bact\u00e9rias. Veja pesquisa"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#website","url":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/","name":"MedProvas","description":"O caminho mais f\u00e1cil para a sua Resid\u00eancia M\u00e9dica","publisher":{"@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#organization","name":"MedProvas","url":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/WhatsApp-Image-2024-12-09-at-16.01.57-1.jpeg","contentUrl":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/WhatsApp-Image-2024-12-09-at-16.01.57-1.jpeg","width":1600,"height":348,"caption":"MedProvas"},"image":{"@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/revisamedRM","https:\/\/x.com\/RevisamedRM","https:\/\/www.instagram.com\/medprovas_revisamed?igsh=dnk0M2N4YnB5Z2Jo","https:\/\/www.linkedin.com\/company\/revisamedrm\/mycompany\/","https:\/\/m.youtube.com\/@medprovas"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/79121322845f0fd65eae5c73613d9cbe","name":"Revisamed","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fd011dda0cae554d6925a1acdeceacbe?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/fd011dda0cae554d6925a1acdeceacbe?s=96&d=mm&r=g","caption":"Revisamed"},"url":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/author\/claudia\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4782","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4782"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4782\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":25688,"href":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4782\/revisions\/25688"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4793"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4782"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4782"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4782"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}