{"id":10898,"date":"2022-01-18T10:55:00","date_gmt":"2022-01-18T13:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/?p=10898"},"modified":"2023-04-27T10:05:13","modified_gmt":"2023-04-27T13:05:13","slug":"cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/","title":{"rendered":"C\u00e2ncer de Pr\u00f3stata \u00e9 tema de artigo do Medicina Atual"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"791\" height=\"454\" src=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/cancer-de-prostata.png\" alt=\"esquema sobre o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata\" class=\"wp-image-16454\" srcset=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/cancer-de-prostata.png 791w, https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/cancer-de-prostata-300x172.png 300w, https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/cancer-de-prostata-768x441.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 791px) 100vw, 791px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>O C\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/strong> \u00e9 uma das doen\u00e7as mais temidas pelo sexo masculino e os dados&nbsp;alertam: \u00e9 preciso ter cuidado. Al\u00e9m de ser a <strong>quinta causa de morte no mundo<\/strong>, esse <strong>tipo de c\u00e2ncer \u00e9 o&nbsp;segundo&nbsp; que&nbsp;mais afeta o sexo masculino<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o <a href=\"https:\/\/www.inca.gov.br\/tipos-de-cancer\/cancer-de-prostata\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto Nacional do C\u00e2ncer (INCA)<\/a>, em n\u00edvel nacional, o c\u00e2ncer de&nbsp;pr\u00f3stata &nbsp;fica atr\u00e1s apenas do c\u00e2ncer de pele n\u00e3o-melanoma, com cerca<strong> de 65 mil novos casos em 2020 e 16 mil mortes.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por <strong>75% dos casos no mundo ocorrerem a partir dos 65 anos<\/strong>, esse c\u00e2ncer \u00e9 considerado&nbsp;um enfermidade&nbsp;da terceira idade. Em s\u00edntese, a incid\u00eancia e mortalidade variam no mundo de acordo com a popula\u00e7\u00e3o estudada, a susceptibilidade gen\u00e9tica e cuidados regionais de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>Os \u00fanicos fatores de risco bem estabelecidos para a doen\u00e7a s\u00e3o <strong>a idade avan\u00e7ada, ra\u00e7a negra e hist\u00f3ria familiar<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div id=\"ez-toc-container\" class=\"ez-toc-v2_0_82_2 counter-flat ez-toc-counter ez-toc-custom ez-toc-container-direction\">\n<div class=\"ez-toc-title-container\">\n<p class=\"ez-toc-title\" style=\"cursor:inherit\">A seguir, voc\u00ea vai saber:<\/p>\n<span class=\"ez-toc-title-toggle\"><\/span><\/div>\n<nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-1\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#Leia_artigo\" >Leia artigo&nbsp;<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-2\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#INTRODUCAO\" >INTRODU\u00c7\u00c3O<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-3\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#RASTREAMENTO\" >RASTREAMENTO<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-4\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#CONSIDERACOES_PRATICAS\" >CONSIDERA\u00c7\u00d5ES PR\u00c1TICAS<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-5\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#DIAGNOSTICO\" >DIAGN\u00d3STICO<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-6\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#EXAME_DIGITAL_RETAL\" >EXAME DIGITAL RETAL<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-7\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#ANTIGENO_PROSTATICO_ESPECIFICO_PSA\" >ANT\u00cdGENO PROST\u00c1TICO ESPEC\u00cdFICO (PSA)<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-8\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#RISCO_DE_CANCER_DE_PROSTATA_EM_RELACAO_A_VALORES_BAIXOS_DE_PSA\" >RISCO DE C\u00c2NCER DE PR\u00d3STATA EM RELA\u00c7\u00c3O A VALORES BAIXOS DE PSA<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-9\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#ESTADIAMENTO\" >ESTADIAMENTO<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-10\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#TRATAMENTO\" >TRATAMENTO<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-11\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#VIGILANCIA_ATIVA_X_OBSERVACAO_VIGILANTE\" >VIGIL\u00c2NCIA ATIVA X OBSERVA\u00c7\u00c3O VIGILANTE<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-12\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#PROSTATECTOMIA_RADICAL\" >PROSTATECTOMIA RADICAL<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-13\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#RADIOTERAPIA\" >RADIOTERAPIA<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-14\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#BRAQUITERAPIA\" >BRAQUITERAPIA<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-15\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#FOLLOW-UP\" >FOLLOW-UP<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-16\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#CONSIDERACOES_FINAIS\" >CONSIDERA\u00c7\u00d5ES FINAIS<\/a><\/li><li class='ez-toc-page-1'><a class=\"ez-toc-link ez-toc-heading-17\" href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/cancer-de-prostata-e-tema-de-artigo-do-medicina-atual\/#Artigos_relacionados_ao_tema\" >Artigos relacionados ao tema<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Leia_artigo\"><\/span>Leia artigo&nbsp;<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h2>\n\n\n\n<p>Quer saber mais sobre esse tipo de c\u00e2ncer? Ent\u00e3o leia o artigo completo do portal <strong><a href=\"https:\/\/www.medicinatual.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Medicinal Atual<\/a><\/strong>. Escrito pelo&nbsp;urologista e doutor em T\u00e9cnica Cir\u00fargica pela UFMG, <a href=\"https:\/\/www.escavador.com\/sobre\/1247011\/humberto-elias-lopes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Humberto Lopes,<\/a> o texto aborda os principais sinais, sintomas, diagn\u00f3stico, tipos e muito mais.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>Material&nbsp;super completo&nbsp;para os <strong>residentes<\/strong> que desejam seguir a <strong>especialidade de urologia.<\/strong>&nbsp;Conhe\u00e7a tamb\u00e9m o portal do<strong> <a href=\"https:\/\/www.revisamed.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Revisamed &#8211; Revisional em Medicina.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"INTRODUCAO\"><\/span><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p><br>O c\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 o segundo tumor mais diagnosticado no homem e \u00e9 considerado a quinta causa de morte no mundo. No Brasil, o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 tamb\u00e9m o segundo mais comum entre os homens (atr\u00e1s apenas do c\u00e2ncer de pele n\u00e3o-melanoma), com cerca de 65 mil novos casos em 2020 e 16 mil mortes, segundo o INCA.<\/p>\n\n\n\n<p>Estima-se em todo mundo uma incid\u00eancia de 2.3 milh\u00f5es de novos casos e 740 mil mortes em 2040 em decorr\u00eancia do crescimento e envelhecimento da popula\u00e7\u00e3o. Mais do que qualquer outro tipo, \u00e9 considerado um c\u00e2ncer da terceira idade, j\u00e1 que cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.<br>A incid\u00eancia e mortalidade variam no mundo de acordo com a popula\u00e7\u00e3o estudada, a susceptibilidade gen\u00e9tica e cuidados regionais de sa\u00fade. Os \u00fanicos fatores de risco bem estabelecidos para a doen\u00e7a s\u00e3o a idade avan\u00e7ada, ra\u00e7a negra e hist\u00f3ria familiar.<\/p>\n\n\n\n<p>Os homens com parentes em primeiro grau com diagn\u00f3stico de c\u00e2ncer pr\u00f3stata apresentam um risco duas vezes aumentado de serem acometidos, e se antecedentes de tumor com o pai e irm\u00e3o ou dois irm\u00e3os o risco pode ser de cinco a sete vezes.<br>Cerca de 9% dos pacientes apresentam c\u00e2ncer de pr\u00f3stata heredit\u00e1rio, definido como tr\u00eas ou mais familiares acometidos ou dois parentes que desenvolveram a doen\u00e7a com menos de 55 anos de idade. Muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas t\u00eam sido identificadas entre homens com doen\u00e7a n\u00e3o heredit\u00e1ria, geralmente associada ao gene BRCA2, dentre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma variedade de fatores ambientais e ex\u00f3genos tem sido implicada ao risco de desenvolvimento ou progress\u00e3o de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata latente para tumor clinicamente significativo. Entretanto, n\u00e3o existem, no momento, interven\u00e7\u00f5es farmacol\u00f3gicas ou na dieta que realmente sejam efetivas. Homens hipogon\u00e1dicos apresentam risco abaixo da m\u00e9dia de serem acometidos, enquanto a reposi\u00e7\u00e3o de testosterona n\u00e3o aumenta o risco de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"RASTREAMENTO\"><\/span><strong>RASTREAMENTO<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p><br>O rastreamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata consiste em examinar, sistematicamente, homens assintom\u00e1ticos (mas de risco), entre 45 e 70 anos, e \u00e9 indicado por entidades de sa\u00fade p\u00fablica com objetivo de reduzir a mortalidade e manter a qualidade de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, estudos recentes demonstraram que o rastreamento est\u00e1 associado com aumento de diagn\u00f3stico precoce, detec\u00e7\u00e3o de doen\u00e7a em est\u00e1dio inicial (indolente) e menos doen\u00e7a avan\u00e7ada, mas n\u00e3o observando melhora na sobrevida dos pacientes diagnosticados e tratados ap\u00f3s rastreio.<br>Assim, mesmo existindo controv\u00e9rsias sobre rastreamento com PSA (Ant\u00edgeno Prost\u00e1tico Espec\u00edfico) alguns estudos demonstram de maneira inequ\u00edvoca que o diagn\u00f3stico precoce pode salvar vidas, com uma redu\u00e7\u00e3o de 20 -25% de mortalidade por c\u00e2ncer de pr\u00f3stata.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A maioria das entidades urol\u00f3gicas internacionais recomenda a dosagem do PSA:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>como um teste basal, em homens aos 40 anos, quando poder\u00e1 avaliar (prever) o risco de doen\u00e7a durante a vida;<\/li><li>precocemente, em afrodescendentes e naqueles com antecedentes familiares de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata;<\/li><li>mesmo naqueles acima de 70 anos, tamb\u00e9m com risco de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, mas expectativa de vida superior a 10 anos.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Diferente do rastreamento, a possibilidade de detec\u00e7\u00e3o precoce da doen\u00e7a pode ser uma estrat\u00e9gia adaptada e individualizada, mas ainda associada com riscos de diagn\u00f3sticos em excesso no grupo de pacientes de risco como citamos anteriormente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 reconhecido que homens com PSA &gt;1ng\/ml aos 40 anos e &gt; 2ng\/ml aos 60 anos apresentam maior risco de met\u00e1stases e morte pelo c\u00e2ncer durante a vida.<br>Assim, para aqueles pacientes que procuram para avalia\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico precoce devem ser informados sobre a dosagem de PSA e realiza\u00e7\u00e3o do exame f\u00edsico (toque retal), sobretudo naqueles maiores de 50 anos, ou com 45 anos e com antecedentes familiares, nos afrodescendentes e naqueles com 40 anos, mas portadores de muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas.<br>O toque digital da pr\u00f3stata na aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria n\u00e3o deve ser utilizado como \u00fanico m\u00e9todo, devido \u00e0 baixa sensibilidade, especificidade e pela prov\u00e1vel inexperi\u00eancia do examinador em n\u00e3o poder excluir o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata.<\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente, m\u00faltiplos testes e exames, al\u00e9m do PSA, t\u00eam sido adicionados \u00e0 pr\u00e1tica cl\u00ednica a fim de evitar bi\u00f3psias desnecess\u00e1rias, incluindo PCA3, e outras calicre\u00ednas como as incorporadas ao PHI (\u00cdndice de Sa\u00fade Prost\u00e1tica) e ao 4Kscore.<br>A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica multiparam\u00e9trica (RNM), utilizada principalmente no estadiamento, tem aumentado seu papel na avalia\u00e7\u00e3o inicial dos casos suspeitos e com potencial indica\u00e7\u00e3o de bi\u00f3psia.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo utilizando m\u00e9todos de imagens e testes, mas com objetivo de evitar bi\u00f3psias desnecess\u00e1rias e sobrediagn\u00f3stico, podemos utilizar outras ferramentas (calculadoras de risco) reconhecidas em diversos estudos: http:\/\/myprostatecancerrisk.com\/<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"CONSIDERACOES_PRATICAS\"><\/span><strong>CONSIDERA\u00c7\u00d5ES PR\u00c1TICAS<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p><br>1 &#8211; COMPARTILHAR COM PACIENTE SOBRE RASTREAMENTO E UTILIZAR O CONSENTIMENTO INFORMADO.<br>2 &#8211; REALIZAR A DOSAGEM DE PSA COMO RASTREIO APENAS EM HOMENS ENTRE 45-70 ANOS.<br>3 &#8211; DISCUTIR A FREQU\u00caNCIA DO RASTREIO E AP\u00d3S 60 ANOS APENAS SE PSA &gt;1 ng\/ml.<br>4 &#8211; EM PACIENTES COM PSA \u2265 3ng\/ml, ORIENTAR PARA REPETIR EM 4-6 SEMANAS.<br>5 &#8211; AVALIAR TESTES SECUND\u00c1RIOS (PSA LIVRE, DENSIDADE), OUTROS MARCADORES E RNM ANTES DE BIOPSIAR.<br>6 &#8211; PACIENTES COM DOEN\u00c7A DE BAIXO RISCO DEVEM SER ORIENTADOS SOBRE A VIGIL\u00c2NCIA ATIVA E ENCAMINHADOS AO UROLOGISTA.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-diagnostico\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"DIAGNOSTICO\"><\/span><strong>DIAGN\u00d3STICO<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-o-cancer-de-prostata-e-usualmente-suspeitado-pelo-exame-fisico-e-ou-valores-do-psa-mas-o-diagnostico-definitivo-depende-do-anatomopatologico-da-biopsia-de-prostata\">O c\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 usualmente suspeitado pelo exame f\u00edsico e\/ou valores do PSA, mas o diagn\u00f3stico definitivo depende do anatomopatol\u00f3gico da bi\u00f3psia de pr\u00f3stata.<\/h4>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"EXAME_DIGITAL_RETAL\"><\/span><strong>EXAME DIGITAL RETAL<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p><br>A maioria dos c\u00e2nceres de pr\u00f3stata est\u00e1 localizada na zona perif\u00e9rica da pr\u00f3stata (parte mais externa e acess\u00edvel ao toque) e em 18% dos casos pode ser suspeitado ao toque independentemente dos n\u00edveis de PSA.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"ANTIGENO_PROSTATICO_ESPECIFICO_PSA\"><\/span><strong>ANT\u00cdGENO PROST\u00c1TICO ESPEC\u00cdFICO (PSA)<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p><br>Mesmo n\u00e3o sendo c\u00e2ncer espec\u00edfico e estar elevado na hiperplasia prost\u00e1tica benigna, prostatite e outras condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o malignas, a utiliza\u00e7\u00e3o do PSA como marcador revolucionou o diagn\u00f3stico do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata. \u00c9 considerado melhor preditor de c\u00e2ncer do que o exame digital da pr\u00f3stata ou ultrassonografia transrretal.<br>N\u00e3o existe um valor definido de PSA e risco c\u00e2ncer, mas valores maiores indicam maior possibilidade de doen\u00e7a e valores baixos podem ter risco conforme a tabela 1.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>TABELA 1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_f2430323c03d4272b280606ef484a0e1~mv2.png\/v1\/fill\/w_740,h_340,al_c,q_85,usm_0.66_1.00_0.01,enc_auto\/058283_f2430323c03d4272b280606ef484a0e1~mv2.png\" alt=\"Tabela sobre os \u00edndices do PSA\"\/><figcaption>Tabela PSA<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"RISCO_DE_CANCER_DE_PROSTATA_EM_RELACAO_A_VALORES_BAIXOS_DE_PSA\"><\/span><strong>RISCO DE C\u00c2NCER DE PR\u00d3STATA EM RELA\u00c7\u00c3O A VALORES BAIXOS DE PSA<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>Uma avalia\u00e7\u00e3o individualizada do PSA em cada paciente \u00e9 fundamental e pode quase sempre necessitar da utiliza\u00e7\u00e3o de alternativas do PSA na decis\u00e3o cl\u00ednica, principalmente naqueles cujo valor do PSA encontra-se entre 2,5 -10 ng\/ml.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PSA livre \/ PSA total<\/strong><br>Naqueles com valores da rela\u00e7\u00e3o livre\/total abaixo de 10, o risco de c\u00e2ncer na bi\u00f3psia \u00e9 56%, e quando superior a 25 \u00e9 de apenas 8%.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Densidade do PSA<\/strong><br>Consiste na rela\u00e7\u00e3o entre valor do PSA\/volume da pr\u00f3stata (avaliada por ultrassonografia transrretal), quando este valor \u00e9 superior a 15 prediz maior risco.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Velocidade do PSA<\/strong><br>Um aumento anual absoluto de 20 % ou 0,5ng \/ml imp\u00f5e maior risco e deve ser considerado na decis\u00e3o para indicar bi\u00f3psia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>OUTROS TESTES<\/strong><br>Em situa\u00e7\u00f5es especiais, principalmente em pacientes j\u00e1 submetidos \u00e0 bi\u00f3psia de pr\u00f3stata e que continuam em risco e precisa tomada de decis\u00e3o por parte do especialista, a realiza\u00e7\u00e3o de testes como PHI (\u00cdndice de Sa\u00fade Prost\u00e1tica), 4Kscore e PCA 3 (na urina p\u00f3s-massagem prost\u00e1tica) podem ser m\u00e9todos auxiliares para indicar ou n\u00e3o a bi\u00f3psia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>RESSON\u00c2NCIA MAGN\u00c9TICA DA PR\u00d3STATA<\/strong><br>Estudos recentes t\u00eam demonstrado papel importante da RNM na diminui\u00e7\u00e3o das indica\u00e7\u00f5es de bi\u00f3psias, reduzindo diagn\u00f3stico de doen\u00e7a de baixo grau (indolentes) e mantendo ou melhorando a detec\u00e7\u00e3o de tumores significantes.<\/p>\n\n\n\n<p>A interpreta\u00e7\u00e3o e relat\u00f3rio do exame devem ser realizados por m\u00e9todos padronizados e por radiologistas familiarizados com a t\u00e9cnica: PI-RADS- v2 (Pr\u00f3stata Imagina Repor Ting and. Data System).<\/p>\n\n\n\n<p>Devem ser utilizadas, nos casos priorit\u00e1rios de risco para c\u00e2ncer e naqueles casos de RNM normal, as calculadoras de risco, a densidade de PSA e outros biomarcadores podem auxiliar em quais pacientes deve-se evitar a bi\u00f3psia. Nos pacientes que apresentam RNM alterada a bi\u00f3psia deve ser aleat\u00f3ria e tamb\u00e9m direcionada \u00e0 \u00e1rea suspeita.<br>Ressalta-se que RNM n\u00e3o deve ser utilizada como rastreamento, mas sim de maneira criteriosa nos indiv\u00edduos que s\u00e3o candidatos a uma bi\u00f3psia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>BI\u00d3PSIA PROST\u00c1TICA<\/strong><br>A decis\u00e3o de indicar uma bi\u00f3psia \u00e9 baseada na suspeita do exame f\u00edsico (exame digital), n\u00edveis de PSA (livre\/total, densidade e velocidade) e m\u00e9todos de imagem (RNM), considerando a idade, comorbidades e discutindo com o paciente as complica\u00e7\u00f5es e consequ\u00eancias terap\u00eauticas do diagn\u00f3stico.<\/p>\n\n\n\n<p>A bi\u00f3psia \u00e9 realizada com aux\u00edlio da ultrassonografia transrretal e, mais recentemente, em decorr\u00eancia de menores taxas de infec\u00e7\u00e3o, a via transperineal tem sido proposta.<br>Usualmente, sob anestesia, \u00e9 retirado cerca de 12 fragmentos e, em casos de re-bi\u00f3psia, pode-se ultrapassar a 20 fragmentos (bi\u00f3psia por satura\u00e7\u00e3o).&nbsp; Recomenda-se a antibioticoprofilaxia com quinolonas por 3 a 7 dias, associada \u00e0 desinfec\u00e7\u00e3o retal com povidine.<\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente, na tentativa de melhorar a acur\u00e1cia e detectar realmente os tumores significantes, tem sido, gradualmente, utilizada a bi\u00f3psia por fus\u00e3o. Consiste na realiza\u00e7\u00e3o das pun\u00e7\u00f5es na pr\u00f3stata utilizando fus\u00e3o da ultrassonografia \u00e0 RNM de forma acoplada ou cognitiva.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00e3o \u00e9 incomum a necessidade de repetir a bi\u00f3psia (ap\u00f3s primeira negativa) durante o acompanhamento do paciente e, geralmente, as principais indica\u00e7\u00f5es s\u00e3o:<\/strong><br>&#8211; n\u00edveis de PSA elevados ou em eleva\u00e7\u00e3o;<br>&#8211; exame f\u00edsico suspeito &#8211; risco de c\u00e2ncer em 5% &#8211; 30%;<br>&#8211; achados na primeira bi\u00f3psia de gl\u00e2ndulas at\u00edpicas suspeitas (ASAP) &#8211; risco de c\u00e2ncer em 30%;<br>&#8211; achados na primeira bi\u00f3psia de m\u00faltiplos focos de neoplasia intraepitelial (PIN) &#8211; risco de c\u00e2ncer em 30%;<br>&#8211; resson\u00e2ncia magn\u00e9tica suspeita (Pi-Rads \u22653).<\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados histol\u00f3gicos podem demonstrar aus\u00eancia de tumor, casos incertos (merecem discuss\u00e3o intradepartamental ou consulta externa) e casos confirmados de adenocarcinoma da pr\u00f3stata. Cada fragmento deve ser relatado individualmente, incluindo tipo histol\u00f3gico. O grau de Gleason (GS), que \u00e9 baseado nos aspectos arquiteturais de tumor, \u00e9 classificado de 1 a 5 (grau dominante e o secund\u00e1rio) e fornece um excelente progn\u00f3stico cl\u00ednico. Entretanto, com objetivo de facilitar comunica\u00e7\u00e3o dos patologistas com cl\u00ednicos e pacientes, a Sociedade Internacional de Patologia Urol\u00f3gica (ISUP) adotou a classifica\u00e7\u00e3o em cinco grupos: grau de ISUP 1 (GS 3 + 3), grau 2 (GS 3 + 4), grau 3 (GS 4 + 3), grau 4 (GS 4 + 4, 3 + 5, 5 + 3) e grau 5 (GS 9-10). &nbsp;(QUADRO 1)<br>A propor\u00e7\u00e3o e extens\u00e3o dos fragmentos positivos correlacionam-se com o grau de ISUP, com o volume tumoral e com as margens cir\u00fargicas nos esp\u00e9cimes de prostatectomia radical e prediz recorr\u00eancia bioqu\u00edmica p\u00f3s-tratamento cir\u00fargico e radioterapia.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_43456b2779ec49dd8a7917bce05fd310~mv2.png\/v1\/fill\/w_740,h_393,al_c,q_85,usm_0.66_1.00_0.01,enc_auto\/058283_43456b2779ec49dd8a7917bce05fd310~mv2.png\" alt=\"Grau de Gleason\"\/><figcaption>Grau de Gleason<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"ESTADIAMENTO\"><\/span><strong>ESTADIAMENTO<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>O estadiamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, ap\u00f3s diagn\u00f3stico histol\u00f3gico, visa fornecer e conhecer a extens\u00e3o local da doen\u00e7a, a presen\u00e7a ou n\u00e3o de linfonodos e met\u00e1stases.<br>Al\u00e9m do exame f\u00edsico e da ultrassonografia, a RNM tem papel importante no estadiamento local e planejamento terap\u00eautico, entretanto, a experi\u00eancia do interpretador do exame \u00e9 fundamental. Com esta finalidade (estadiamento) deve ser realizada ap\u00f3s 6 semanas da bi\u00f3psia devido aos artefatos (sangramento p\u00f3s-pun\u00e7\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p>O estadiamento linfonodal pode ser realizado pela Tomografia Computadorizada e RNM, embora com sensibilidade inferior a 40%. A presen\u00e7a de linfonodos &gt;8 mm na pelve e &gt;10 mm fora da pelve pode ser considerada maligno.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o \u00f3ssea, a cintilografia permanece como m\u00e9todo de escolha, embora sua sensibilidade seja dependente do valor do PSA e do grau de ISUP. Deve ser realizada em todos pacientes sintom\u00e1ticos (independentemente do valor de PSA e ISUP), sendo positiva em 3 % dos pacientes com PSA &lt; que 10 ng\/ml, 5 % com PSA entre 10-20 ng\/ml e 16 % dos pacientes com PSA entre 20-50 ng\/ml.<\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente, o PET-TC PSMA (ant\u00edgeno prost\u00e1tico espec\u00edfico de membrana) tem sido utilizado no estadiamento da doen\u00e7a de alto risco, al\u00e9m de ser essencial na avalia\u00e7\u00e3o das recidivas bioqu\u00edmicas p\u00f3s-tratamento, principalmente na avalia\u00e7\u00e3o de linfonodos e com reconhecido impacto na decis\u00e3o cl\u00ednica pelo urologista e oncologista cl\u00ednico.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"TRATAMENTO\"><\/span><strong>TRATAMENTO<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>O tratamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, assim como a decis\u00e3o de rastreamento e diagn\u00f3stico, deve ser considerado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 idade do paciente, presen\u00e7a de comorbidades, condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e expectativa de vida. Uma expectativa de vida de 10 anos \u00e9 comumente utilizada como limite para beneficiar-se do tratamento local da doen\u00e7a. Assim, um paciente com 70 anos ou mais que apresenta uma condi\u00e7\u00e3o cl\u00ednica fragilizada deve ser avaliado por um geriatra.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m das considera\u00e7\u00f5es anteriores, o grau de ISUP e o estadiamento (classifica\u00e7\u00e3o de risco \u2013 tabela 2) ter\u00e3o papel importante na decis\u00e3o de realizar tratamento local ou uma conduta conservadora (vigil\u00e2ncia ativa ou observa\u00e7\u00e3o vigilante), diminuindo o sobre-tratamento em alguns indiv\u00edduos. (Tabela 3)<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_cba9eaee0c9842dfa5a0d4ba187db2f6~mv2.png\/v1\/fill\/w_740,h_407,al_c,q_85,usm_0.66_1.00_0.01,enc_auto\/058283_cba9eaee0c9842dfa5a0d4ba187db2f6~mv2.png\" alt=\"Classifica\u00e7\u00e3o de Risco e Op\u00e7\u00f5es de Tratamento do C\u00e2ncer de Pr\u00f3stata Localizado \"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"VIGILANCIA_ATIVA_X_OBSERVACAO_VIGILANTE\"><\/span><strong>VIGIL\u00c2NCIA ATIVA X OBSERVA\u00c7\u00c3O VIGILANTE<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>A proposta da vigil\u00e2ncia ativa \u00e9 evitar tratamento desnecess\u00e1rio em homens com doen\u00e7a clinicamente localizada que n\u00e3o requer tratamento imediato, mas que, ao mesmo tempo, possa ser realizada naqueles quando necessitarem tratamento devido progress\u00e3o da doen\u00e7a ou decis\u00e3o do pr\u00f3prio paciente.<br>Estes pacientes permanecem em programas de reavalia\u00e7\u00f5es estruturadas peri\u00f3dicas com dosagem de PSA, exame f\u00edsico, RNM e repetidas bi\u00f3psias, e, assim, o tratamento curativo \u00e9 determinado no momento que a doen\u00e7a apresentar potencial risco, mas ainda cur\u00e1vel e sempre considerando a expectativa de vida.<br>Por outro lado, a conduta de observa\u00e7\u00e3o vigilante refere-se ao tratamento conservador para pacientes n\u00e3o aptos para tratamento curativo no momento do diagn\u00f3stico, mas s\u00e3o observados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 progress\u00e3o local ou sist\u00eamica da doen\u00e7a e, oportunamente, tratados paliativamente de acordo com os sintomas e objetivando sempre manter a qualidade de vida.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"PROSTATECTOMIA_RADICAL\"><\/span><strong>PROSTATECTOMIA RADICAL<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>O objetivo da abordagem cir\u00fargica \u00e9 a erradica\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer e, sempre que poss\u00edvel, manter resultados funcionais (contin\u00eancia, fun\u00e7\u00e3o er\u00e9til) e atingir bons resultados oncol\u00f3gicos, associando-se a uma baixa morbidade. O procedimento consiste em remover toda a pr\u00f3stata com sua c\u00e1psula intacta, as ves\u00edculas seminais, seguida de anastomose uretra-colo vesical e linfadenectomia p\u00e9lvica nos pacientes de risco intermedi\u00e1rio e alto.<br>A t\u00e9cnica pode ser realizada desde a via perineal e retrop\u00fabica (aberta) at\u00e9 laparosc\u00f3pica e, mais recentemente, rob\u00f3tica assistida. N\u00e3o h\u00e1 uma recomenda\u00e7\u00e3o espec\u00edfica sobre a superioridade de uma t\u00e9cnica com a outra, mas os riscos de margens positivas e recupera\u00e7\u00e3o precoce da contin\u00eancia devem ser discutidos com o paciente, pois \u00e9 sabidamente reconhecido o papel da experi\u00eancia do cirurgi\u00e3o e n\u00famero cirurgias no hospital onde o paciente ser\u00e1 tratado.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"RADIOTERAPIA\"><\/span><strong>RADIOTERAPIA<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>As inova\u00e7\u00f5es recentes da radioterapia como a intensidade modulada (IMRT) e com imagem guiada (IGRT) \u00e9 reconhecida como a melhor op\u00e7\u00e3o, pois se adapta continuamente e automaticamente aos contornos do \u00f3rg\u00e3o alvo (pr\u00f3stata) e com menos toxicidade. O bloqueio hormonal neoadjuvante e adjuvante (6 meses ou 2-3 anos), associado \u00e0 radioterapia em pacientes portadores de doen\u00e7a de risco intermedi\u00e1rio e alto, t\u00eam comprovada superioridade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 radioterapia isolada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"BRAQUITERAPIA\"><\/span><strong>BRAQUITERAPIA<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>Esta modalidade terap\u00eautica consiste no implante permanente de sementes radioativas (Iodo -125 &#8211; mais comum, Palladium -103 ou Cesium-131) no interior da pr\u00f3stata. Apresentam melhores resultados nos pacientes est\u00e1dio T1, ISUP 1 com menos 50% dos fragmentos envolvidos, PSA &lt; 10 ng\/ml e sintomas miccionais leves (IPSS &lt; 12).<\/p>\n\n\n\n<p>As novas tecnologias como Ultrassom Focal de Alta Intensidade (HIFU), a Crioterapia e a Terapia focal fotodin\u00e2mica t\u00eam sua utiliza\u00e7\u00e3o ainda investigacional, com resultados heterog\u00eaneos em longo prazo, sendo restritos a alguns centros.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"FOLLOW-UP\"><\/span><strong>FOLLOW-UP<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>Os pacientes devem ser monitorados regularmente, pois cerca de 5-20% mant\u00eam com PSA detect\u00e1vel ou persistentemente elevado ap\u00f3s prostatectomia radical (&gt; 0.1 ng\/ml ap\u00f3s 4-8 semanas da cirurgia). Isto pode ser em decorr\u00eancia de doen\u00e7a local persistente, met\u00e1stase pr\u00e9-existente ou tecido benigno residual. Por outro lado, cerca de 27-53 % de todos pacientes submetidos \u00e0 prostatectomia ou radioterapia apresentam eleva\u00e7\u00e3o do PSA (recorr\u00eancia bioqu\u00edmica) e poder\u00e3o necessitar, em alguns casos, de re-estadiamento local e\/ou sist\u00eamico, seguido de tratamento local (adjuvante ou resgate) e \/ou sist\u00eamico.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"CONSIDERACOES_FINAIS\"><\/span><strong>CONSIDERA\u00c7\u00d5ES FINAIS<\/strong><span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>Os pacientes que procuram o m\u00e9dico generalista e que desejam informa\u00e7\u00f5es e cuidados a respeito do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata devem ser informados sobre a idade e momento ideal para rastreamento, assim como as consequ\u00eancias da realiza\u00e7\u00e3o dos exames e dos poss\u00edveis tratamentos. Recomenda-se a dosagem do PSA a partir de 45 anos naqueles com antecedentes familiares de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata e nos afrodescendentes, sen\u00e3o, a partir de 50 anos. Esta \u00e9 orienta\u00e7\u00e3o da maioria das Associa\u00e7\u00f5es Urol\u00f3gicas, incluindo a SBU, que tamb\u00e9m recomenda a realiza\u00e7\u00e3o do exame f\u00edsico (exame digital), o que melhora a sensibilidade na detec\u00e7\u00e3o precoce de c\u00e2nceres significativos. Entretanto, a periodicidade dever\u00e1 ser discutida com o paciente individualmente de acordo com valores de PSA. Sabe-se que valores de&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;PSA &lt; 1,0 ng\/ml aos 50 anos e &lt; 2 ng\/ml aos 60 anos \u00e9 preditivo de baixo risco de mortalidade por c\u00e2ncer de pr\u00f3stata.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, em pacientes que n\u00e3o apresentam riscos, com PSA de 3 ng\/ml em uma avalia\u00e7\u00e3o espor\u00e1dica, deve-se ter o exame repetido, pois alguns estudos demonstraram retorno do PSA \u00e0 normalidade em 44 % dos casos, ap\u00f3s 12 meses. Ressalta-se que na primeira avalia\u00e7\u00e3o pelo cl\u00ednico, este deve solicitar apenas a dosagem do PSA total. Naqueles pacientes cujo PSA \u00e9 superior a 2,5 ng\/ml, j\u00e1 repetido, deve-se orientar a dosagem da fra\u00e7\u00e3o livre do PSA (rela\u00e7\u00e3o PSA livre\/total &#8211; geralmente fornecida pelo laborat\u00f3rio). Valor abaixo de 15 % \u00e9 indicativo para avalia\u00e7\u00e3o pelo especialista (Urologista).<\/p>\n\n\n\n<p>O Urologista, al\u00e9m do exame f\u00edsico, avalia a velocidade do PSA e a densidade do PSA, e uma discuss\u00e3o compartilhada com paciente decide sobre a necessidade ou n\u00e3o de bi\u00f3psia prost\u00e1tica. Nos pacientes de risco, com real probabilidade de c\u00e2ncer, tem-se associado a RNM na avalia\u00e7\u00e3o inicial, pois esta poder\u00e1 excluir cerca de 25% dos pacientes da bi\u00f3psia.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pacientes com bi\u00f3psia negativa devem continuar sob avalia\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica, pois cerca de 10-15 % dos pacientes poder\u00e3o necessitar de re-bi\u00f3psia em decorr\u00eancia da manuten\u00e7\u00e3o da suspeita ou de eleva\u00e7\u00e3o do PSA durante o seguimento. Nestes casos, os novos marcadores t\u00eam papel essencial na decis\u00e3o cl\u00ednica.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pacientes com diagn\u00f3stico de adenocarcinoma da pr\u00f3stata devem ser avaliados individualmente quanto \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o de exames para o estadiamento, dependendo da classifica\u00e7\u00e3o de risco (valores de PSA, grau de ISUP, n\u00famero de fragmentos positivos, est\u00e1dio cl\u00ednico), al\u00e9m das condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, idade e expectativa de vida do paciente, pois s\u00e3o fatores importantes na tomada de decis\u00e3o.<br>Atualmente, sempre que poss\u00edvel, a decis\u00e3o do tratamento em alguns casos deve ser multidisciplinar, incluindo o Radio-oncologista e o Oncologista cl\u00ednico. Em pacientes de muito baixo risco, com expectativa de vida superior a 10 anos, deve ser oferecida sempre a vigil\u00e2ncia ativa, informando-o e compartilhando a necessidade de reavalia\u00e7\u00e3o peri\u00f3dica, re-bi\u00f3psias e probabilidade de mudan\u00e7a de conduta nos casos de altera\u00e7\u00e3o do grau tumoral, aumento da extens\u00e3o ou progress\u00e3o da doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>A braquiterapia \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o naqueles pacientes de baixo risco, com maior volume de doen\u00e7a e que desejam tratamento, mas sempre observando os crit\u00e9rios como pr\u00f3stata &lt; 40 gramas e aus\u00eancia de sintomas miccionais obstrutivos.<br>Nos pacientes com risco intermedi\u00e1rio e alguns casos selecionados de doen\u00e7a de alto risco a cirurgia \u00e9 a primeira op\u00e7\u00e3o, conforme a maioria dos guidelines.&nbsp; A prostatectomia radical, incluindo a linfadenectomia estendida nos pacientes de risco para comprometimento linfonodal (baseada no nomograma de Briganti) pode ser realizada por via aberta (minilaparotomia infraumbilical), laparosc\u00f3pica ou rob\u00f3tica assistida.<\/p>\n\n\n\n<p>Dados recentes da literatura sugerem resultados funcionais e oncol\u00f3gicos semelhantes entre a cirurgia aberta com cirurgi\u00f5es experientes e de grande volume e a prostatectomia rob\u00f3tica, sendo esta \u00faltima via cada vez mais atraente aos pacientes, oferecendo menor tempo de hospitaliza\u00e7\u00e3o, menos sangramento, mas ainda com custos elevados e restrita a centros especializados e de alto volume.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/strong><br>GUIDELINES ON PROSTATE CANCER, 2021- EAU&nbsp;&nbsp;<a href=\"https:\/\/uroweb.org\/guideline\/prostate-cancer\/\">https:\/\/uroweb.org\/guideline\/prostate-cancer\/<\/a><br>CLINICALLY LOCALIZED PROSTATE CANCER: AUA\/ASTRO \/SUO GUIDELINE 2017<br>C\u00c2NCER DE PROSTATA LOCALIZADO- PROJETO DIRETRIZES -AMB\/SBU<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_75f80100906b4c898d073f4ea42b77fb~mv2.jpg\/v1\/fill\/w_740,h_494,al_c,q_85,enc_auto\/058283_75f80100906b4c898d073f4ea42b77fb~mv2.jpg\" alt=\"\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>1. Qual \u00e9 o c\u00e2ncer mais comum em homens?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O carcinoma de pele n\u00e3o melanoma (desconsiderado em alguns casos por ser indolente) \u00e9 o c\u00e2ncer mais comum em homens; o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 o segundo tipo de mais frequente.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>2. Em quais pa\u00edses h\u00e1 maior incid\u00eancia de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata? A que essa incid\u00eancia deve ser atribu\u00edda?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Pa\u00edses de maior n\u00edvel socioecon\u00f4mico, como Nova Zel\u00e2ndia, Am\u00e9rica do Norte e Austr\u00e1lia; pa\u00edses da \u00c1sia apresentam incid\u00eancia inferior.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa incid\u00eancia pode ser atribu\u00edda ao maior acesso ao exame de ant\u00edgeno prost\u00e1tico espec\u00edfico (PSA), \u00e0 dieta (rica em gordura) e \u00e0 menor exposi\u00e7\u00e3o ao sol.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>3. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 mortalidade, quais pa\u00edses apresentam maiores \u00edndices? A que esses dados devem ser atribu\u00eddos?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Os pa\u00edses que apresentam os maiores \u00edndices de mortalidade por c\u00e2ncer de pr\u00f3stata s\u00e3o Caribe e \u00c1frica. Esse \u00edndice deve-se ao maior n\u00famero de afrodescendentes.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>4. Quais s\u00e3o os fatores de risco relacionados com o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>\u2022 Obesidade: tumores de alto grau<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 S\u00edndrome metab\u00f3lica<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Hist\u00f3ria familiar: apenas 10% apresentam c\u00e2ncer heredit\u00e1rio<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Afrodescendentes: doen\u00e7a mais agressiva<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Dieta<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 \u00c1lcool<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Gordura<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Tabagismo<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Testosterona (reposi\u00e7\u00e3o em hipogonadismo); n\u00e3o est\u00e1 associada ao aumento de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>5. Como \u00e9 feito o rastreamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata e qual a idade para inici\u00e1-lo?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O rastreamento \u00e9 feito por meio do exame digital associado ao PSA. Segundo a Sociedade Brasileira Urologia (SBU), ele deve ser iniciado aos 50 anos. Em caso de afrodescendentes ou paciente com hist\u00f3ria familiar, inici\u00e1-lo a partir dos 45 anos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_951772a42d964f928aff7c62a75e56a9~mv2.png\/v1\/fill\/w_421,h_529,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_951772a42d964f928aff7c62a75e56a9~mv2.png\" alt=\"Exame para diagn\u00f3stico do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>6. Comente a respeito do valor de normalidade do PSA e o que pode estar associado a suas altera\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O valor de refer\u00eancia de normalidade para PSA \u00e9 de 2,5 ng\/ml, por\u00e9m, esse valor pode alterar \u00e0 medida que o indiv\u00edduo envelhece. Como \u00e9 um exame pouco espec\u00edfico, pode estar elevado em casos de prostatite, hiperplasia prost\u00e1tica benigna (HPB) e c\u00e2ncer de pr\u00f3stata.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>7. Quando encaminhar o paciente para o urologista?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Quando o PSA for maior que 2 ng\/ml. Pacientes com PSA menor podem ser acompanhados por generalistas, caso n\u00e3o seja indiv\u00edduo de risco (afrodescendentes ou com hist\u00f3ria familiar de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>8. Al\u00e9m do PSA, quais outros testes podem ser utilizados para reduzir o n\u00famero de pedidos de bi\u00f3psia para c\u00e2ncer de pr\u00f3stata?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>PSA livre\/total; densidade de PSA; velocidade PSA; \u00edndice de sa\u00fade prost\u00e1tica; gene&nbsp;<em>3<\/em>&nbsp;do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata (PCA3).<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>9. Quais as indica\u00e7\u00f5es para bi\u00f3psia de pr\u00f3stata?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Calculadora de risco (que leva em conta exame f\u00edsico e outros testes), PSA maior que 10 e presen\u00e7a de n\u00f3dulo na pr\u00f3stata \u2013 por meio de testes adicionais comentados acima. O diagn\u00f3stico de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 confirmado somente por bi\u00f3psia.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o PSA est\u00e1 entre 2,5 e 10 ng\/ml, deve-se repeti-lo e\/ou continuar a investiga\u00e7\u00e3o por meio de outros exames (principalmente PSA livre\/total) e pela velocidade de aumento do PSA.<\/p>\n\n\n\n<p>A ultrassonografia (USG) transretal \u00e9 o m\u00e9todo de escolha para a realiza\u00e7\u00e3o da bi\u00f3psia prost\u00e1tica, cuja finalidade \u00e9 orientar o posicionamento da agulha nas diferentes zonas da pr\u00f3stata.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_0270bb3a1cf749c59346964c5ac68b02~mv2.png\/v1\/fill\/w_447,h_295,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_0270bb3a1cf749c59346964c5ac68b02~mv2.png\" alt=\"Bi\u00f3psia da pr\u00f3stata\"\/><figcaption>Bi\u00f3psia da pr\u00f3stata<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>10. Quais s\u00e3o os achados de bi\u00f3psia de pr\u00f3stata?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_b8cf90f967a342e2922a688dedb145e7~mv2.png\/v1\/fill\/w_376,h_113,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_b8cf90f967a342e2922a688dedb145e7~mv2.png\" alt=\"Achados na bi\u00f3psia da pr\u00f3stata\"\/><figcaption>Achados na bi\u00f3psia da pr\u00f3stata<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>11. O que \u00e9 o escore de Gleason e qual sua import\u00e2ncia?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O escore de Gleason corresponde ao padr\u00e3o de diferencia\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas (morfologia, forma do n\u00facleo e arquitetura). \u00c9 umafferramenta importante para avaliar os est\u00e1gios do adenocarcinoma de pr\u00f3stata, o que possibilita informar o progn\u00f3stico da doen\u00e7a a partir do grau de diferencia\u00e7\u00e3o encontrado.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>12. Comente a respeito dos valores de Gleason e sua correspond\u00eancia com o ISUP (Sociedade Internacional de Patologia Urol\u00f3gica).<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O escore avalia qual \u00e9 o primeiro e o segundo padr\u00e3o de c\u00e9lulas mais comuns encontrados dentro do adenocarcinoma de pr\u00f3stata. O primeiro n\u00famero somado indica o padr\u00e3o predominante na bi\u00f3psia, o que \u00e9 um fator de melhor ou pior progn\u00f3stico.<\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente, foi criado o ISUP, um sistema formado a partir da classifica\u00e7\u00e3o de Gleason, que facilita a avalia\u00e7\u00e3o de diferencia\u00e7\u00e3o do adenocarcinoma e a an\u00e1lise do seu progn\u00f3stico.<\/p>\n\n\n\n<p>No quadro abaixo, \u00e9 poss\u00edvel observar a correspond\u00eancia entre os valores de ambas as classifica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_7047d26d2731469fa7201399251b59a4~mv2.png\/v1\/fill\/w_482,h_325,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_7047d26d2731469fa7201399251b59a4~mv2.png\" alt=\"Sistema de Gleason\"\/><figcaption>Classifica\u00e7\u00e3o do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>13. Discuta a respeito do estadiamento TNM do tumor de pr\u00f3stata e seu significado.<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O TNM \u00e9 um estadiamento padronizado que classifica o tumor conforme sua localiza\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o por meio das estruturas pr\u00f3ximas \u00e0 pr\u00f3stata. \u00c9 importante, pois permite que o m\u00e9dico discuta com o paciente sobre qual tratamento \u00e9 mais adequado.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_da1f2ce529b5430eacda5399ab73a510~mv2.png\/v1\/fill\/w_479,h_647,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_da1f2ce529b5430eacda5399ab73a510~mv2.png\" alt=\"Classifica\u00e7\u00e3o de tumor de pr\u00f3stata\"\/><figcaption>Tumor de pr\u00f3stata<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_82a18314477d46528f7abcafb031d6c2~mv2.png\/v1\/fill\/w_525,h_372,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_82a18314477d46528f7abcafb031d6c2~mv2.png\" alt=\"Estadiamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata\"\/><figcaption>Estadiamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>14. Como \u00e9 feito o estadiamento do tumor?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Por meio de um conjunto de exames f\u00edsicos, laboratoriais e de imagem.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_b0ba76e0716f49aa91efb32532e88824~mv2.png\/v1\/fill\/w_449,h_269,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_b0ba76e0716f49aa91efb32532e88824~mv2.png\" alt=\"Como \u00e9 feito o estadiamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata\" width=\"449\" height=\"269\"\/><figcaption>Como \u00e9 feito o estadiamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_0e7151e967044dcf835afe0cce24828e~mv2.png\/v1\/fill\/w_480,h_339,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_0e7151e967044dcf835afe0cce24828e~mv2.png\" alt=\"Met\u00e1stases no tumor da pr\u00f3stata\"\/><figcaption>Met\u00e1stases no tumor da pr\u00f3stata<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>15. Classifique o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata em carcinoma de baixo risco, risco intermedi\u00e1rio e alto risco conforme o PSA, a escala de Gleason e a extens\u00e3o local.<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A classifica\u00e7\u00e3o de risco completa pode ser observada na tabela a seguir.<\/p>\n\n\n\n<p>Na classifica\u00e7\u00e3o de risco intermedi\u00e1rio e alto risco, somente PSA ou Gleason ou extens\u00e3o local (observada pela TC ou toque retal) s\u00e3o capazes de classific\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<p>Em caso de tumor localmente avan\u00e7ado, o importante \u00e9 observar a extens\u00e3o local, independente do PSA ou do Gleason.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_665a6998788e4f6a8600d2676e7baf2a~mv2.png\/v1\/fill\/w_507,h_358,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_665a6998788e4f6a8600d2676e7baf2a~mv2.png\" alt=\"Classifica\u00e7\u00e3o de risco\"\/><figcaption>Classifica\u00e7\u00e3o de risco<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>16. O que avaliar no tratamento do paciente?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>\u2022 A agressividade do c\u00e2ncer<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 O risco de dissemina\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 A expectativa de vida conforme idade e comorbidades<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>17. Quais s\u00e3o os marcadores moleculares do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Marcadores moleculares<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 DECIPHER<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 PROLARIS<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 ONCOTYPE<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 PROMARK<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>18. Cite as vantagens e desvantagens relacionadas aos marcadores moleculares.<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Vantagens<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Avalia a possibilidade de recidiva do c\u00e2ncer<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Avalia qual o melhor tratamento para o tipo de c\u00e2ncer (radioterapia o cirurgia)<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Informa a possibilidade do c\u00e2ncer ser mais agressivo ou menos agressivo<\/p>\n\n\n\n<p>Desvantagens<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Relacionadas com o alto custo da utiliza\u00e7\u00e3o desses marcadores e, consequentemente, com a falta de acesso.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>19. Comente a respeito dos tipos de tratamento de c\u00e2ncer de pr\u00f3stata, destacando os mais utilizados.<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_2c0357eb1bdb412b91cd707a044ac198~mv2.png\/v1\/fill\/w_417,h_154,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_2c0357eb1bdb412b91cd707a044ac198~mv2.png\" alt=\"Tratamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata\"\/><figcaption>Tratamento do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>20. Relacione os tipos de tratamento mais comuns para c\u00e2ncer de pr\u00f3stata segundo a classifica\u00e7\u00e3o de risco.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_4bf0a6799c6d47c5860e1fab18c1780f~mv2.png\/v1\/fill\/w_653,h_392,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_4bf0a6799c6d47c5860e1fab18c1780f~mv2.png\" alt=\"Agressividade do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata\"\/><figcaption>Agressividade do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Observa\u00e7\u00e3o:&nbsp;risco intermedi\u00e1rio desfavor\u00e1vel corresponde ao padr\u00e3o 4 + 3 de Gleason ou ISUP 3.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>21. Descreva os crit\u00e9rios para a realiza\u00e7\u00e3o de vigil\u00e2ncia ativa para um paciente com c\u00e2ncer de pr\u00f3stata?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>\u2022 T1C<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Gleason 6<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022&nbsp;PSA &lt; 10 ng\/ml, densidade do PSA &lt; 15<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 &lt; 3 fragmentos positivos ou menos que 50% do fragmento acometido pelo c\u00e2ncer (doen\u00e7a de car\u00e1ter indolente)<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>22. Em que consiste o tratamento baseado na vigil\u00e2ncia ativa?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Repetir PSA e exame f\u00edsico a cada seis meses; realizar uma nova bi\u00f3psia em um ano (bi\u00f3psia confirmat\u00f3ria).<\/p>\n\n\n\n<p>Observa\u00e7\u00e3o:&nbsp;a vigil\u00e2ncia ativa permite que o paciente n\u00e3o realize um tratamento mais agressivo, caso n\u00e3o se confirme que o c\u00e2ncer evoluiu.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>23. Quais s\u00e3o os fatores que induzem a mudan\u00e7a do tratamento?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>\u2022 Mudan\u00e7a de Gleason<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Eleva\u00e7\u00e3o do PSA<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Op\u00e7\u00e3o do paciente<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>24. Informe qual \u00e9 o tratamento considerado padr\u00e3o-ouro para c\u00e2ncer de pr\u00f3stata localizado.<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A prostatectomia radical \u00e9 considerada o tratamento padr\u00e3o-ouro para o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata localizado. N\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias de que outros tratamentos sejam mais eficazes no controle da doen\u00e7a e no desfecho de mortalidade.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>25. Comente a respeito da prostatectomia radical, suas dificuldades e suas indica\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>\u2022 Indica\u00e7\u00f5es: pacientes com risco intermedi\u00e1rio ou alto.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Dificuldades: preservar feixes nervosos relacionados com as fun\u00e7\u00f5es auton\u00f4micas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Efeitos colaterais: incontin\u00eancia urinaria (3%-5%) ap\u00f3s seis meses.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til (20%-30%): utiliza\u00e7\u00e3o de medicamentos orais (por exemplo: tadalafila), locais (por exemplo, prostaglandinas) ou pr\u00f3teses penianas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Margens positivas (16%-24%), que leva \u00e0 recidiva da doen\u00e7a: hormonioterapia ou radioterapia.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_d7d605e5719242d396e75bf8cc0f38ad~mv2.png\/v1\/fill\/w_505,h_361,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_d7d605e5719242d396e75bf8cc0f38ad~mv2.png\" alt=\"Prostatectomia radical \"\/><figcaption>Prostatectomia radical <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>26. Disserte sobre o que o patologista deve descrever ao avaliar o tecido neopl\u00e1sico.<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Prostatectomia radical<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Escore de Gleason<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Percentual do tumor\/tamanho<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Margens cir\u00fargicas<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 N\u00famero de linfonodos<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>27. Discuta a respeito da braquiterapia, comentando suas principais indica\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A braquiterapia consiste na inser\u00e7\u00e3o de sementes de iodo radioativo na pr\u00f3stata. Para que haja resultados positivos, o adenocarcinoma deve ser localizado e de baixo grau, caso contr\u00e1rio sua realiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 indicada.<\/p>\n\n\n\n<p>Deve-se lembrar que esses pacientes podem ser submetidos \u00e0 prostectomia radical, que apresenta maiores \u00edndices de sucessos.<\/p>\n\n\n\n<p>Crit\u00e9rios<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 T1-T2<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Gleason 6<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 PSA &lt; 10 ng\/ml<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022 Pr\u00f3stata com menos de 50 g<\/p>\n\n\n\n<p>\u2022&nbsp;International&nbsp;<em>Prostate<\/em>&nbsp;Symptom Score&nbsp;(IPSS) &lt; 12<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>28. Disserte sobre a radioterapia externa e suas indica\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A radioterapia externa \u00e9 uma das op\u00e7\u00f5es de tratamento para o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata clinicamente localizado; pode ser indicada para todos os tr\u00eas grupos progn\u00f3sticos, isolada ou em associa\u00e7\u00e3o com hormonioterapia, conforme o estadiamento. Como j\u00e1 mencionado, pode ser aplicada por meio de diversas t\u00e9cnicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, necessita de aparelhos extremamente caros e indispon\u00edveis na maior parte do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>29. Como deve ser o cuidado ap\u00f3s a cirurgia?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Pacientes devem ser acompanhados ap\u00f3s seis meses de cirurgia para avaliar se houve recidiva ou n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Caso haja uma eleva\u00e7\u00e3o do PSA maior que 0,2 ng\/ml, h\u00e1 a possibilidade de recidiva, seja por met\u00e1stases seja por dissemina\u00e7\u00e3o nos linfonodos.<\/p>\n\n\n\n<p>Deve-se usar o PET-PSMA para localizar os poss\u00edveis s\u00edtios de recidivas e avaliar se eles s\u00e3o localizados ou sist\u00eamicos.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_2d18021fb0d64213b9dafc82fb3c54b4~mv2.png\/v1\/fill\/w_523,h_272,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_2d18021fb0d64213b9dafc82fb3c54b4~mv2.png\" alt=\"Recidiva \"\/><figcaption>Recidiva<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>30. Em caso de doen\u00e7a metast\u00e1tica, como deve ser a conduta?<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O tratamento inicial \u00e9 com bloqueio hormonal. Caso haja falha no tratamento, podem ser utilizados novos medicamentos, conforme o fluxograma abaixo.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.wixstatic.com\/media\/058283_4a722cbfbb0f4b4ca7bac333ceb5065a~mv2.png\/v1\/fill\/w_573,h_210,al_c,lg_1,q_85,enc_auto\/058283_4a722cbfbb0f4b4ca7bac333ceb5065a~mv2.png\" alt=\"\"\/><figcaption>Manuseio do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata met\u00e1statico <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Observa\u00e7\u00e3o:&nbsp;alto custo e medicamentos rec\u00e9m-liberados.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-artigos-relacionados-ao-tema\"><span class=\"ez-toc-section\" id=\"Artigos_relacionados_ao_tema\"><\/span>Artigos relacionados ao tema<span class=\"ez-toc-section-end\"><\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>O Revisamed-Revisional em Medicina selecionou tamb\u00e9m outros artigos publicados em peri\u00f3dicos e revistas cient\u00edficas que podem complementar os seus estudos na \u00e1rea de C\u00e2ncer de Pr\u00f3stata.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ter acesso, basta clicar nos t\u00edtulos abaixo:<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o eles:<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/classificacao-e-terapia-do-cancer-de-prostata-de-alto-risco-saiba-mais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Classifica\u00e7\u00e3o e terapia do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata de alto risco<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/conheca-as-estrategias-de-tratamento-para-cancer-de-prostata-avancado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrat\u00e9gias de tratamento atuais para c\u00e2ncer de pr\u00f3stata avan\u00e7ado<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea pode gostar tamb\u00e9m do artigo:&nbsp;<a href=\"https:\/\/medprovas.com.br\/blog\/entenda-o-tratamento-cirurgico-do-cancer-de-prostata\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O tratamento cir\u00fargico do c\u00e2ncer de pr\u00f3stata<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Gostou do artigo? Estes e outros temas voc\u00ea acompanha em nosso blog e no Portal Medicina Atual, o portal de conte\u00fado m\u00e9dico do Revisamed.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O C\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 uma das doen\u00e7as mais temidas pelos homens e os dados\u00a0alertam: o c\u00e2ncer de pr\u00f3stata \u00e9 a quinta causa de morte no mundo.esse tipo de c\u00e2ncer \u00e9 o\u00a0segundo\u00a0 que\u00a0mais afeta o sexo masculino. 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